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	<title>Arquivos Infopack - ProjetoPack</title>
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	<description>Consultoria e serviços para embalagens, rótulos, etiquetas e processos de impressão</description>
	<lastBuildDate>Mon, 17 Oct 2022 16:53:18 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Infopack - ProjetoPack</title>
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	<item>
		<title>A indústria de embalagens flexíveis global supera os USD 160 bilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Apr 2021 19:32:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infopack]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[dados de mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[Espera-se atingir os mais de USD 200 bilhões até 2025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 2020, associações de embalagens flexíveis ao redor do mundo estimaram o <a href="https://www.marketsandmarkets.com/Market-Reports/flexible-packaging-market-1271.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mercado total</a> de embalagens flexíveis em USD 160,8 bilhões (evidentemente, o mercado é maior, mas falta transparência ou mesmo disponibilidade de informações em alguns países e mercados). É uma cifra importante.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">A pandemia tem mostrado o quão &#8220;flexível&#8221; é a embalagem flexível. O negócio continua crescendo, mesmo a despeito de todos os fatores exógenos às convertedoras e transformadoras, como a própria escassez de matérias-primas e a inativação total ou parcial do comércio, escoadouro dos bens de consumo de giro rápido.</p>



<p>Da mesma forma como se amolda a embalagem flexível ao seu conteúdo sem perder a capacidade de conter, proteger, identificar, transportar e embelezar o produto &#8211; o setor também se amolda a cada dificuldade, demonstrando uma resiliência ímpar.</p>



<p>Espera-se que o segmento cresça e atinja o patamar de <strong>USD 200,5 bilhões até 2025</strong>, uma taxa anual composta de crescimento (CAGR) de 4,5%, impelido principalmente pela demanda de alimentos, bebidas e produtos fármacos, em decorrência da pandemia Covid-19.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Há um aumento na demanda por pouches como &#8220;apresentação&#8221;, um reflexo da busca cada vez maior por conveniência por parte dos consumidores.</p></blockquote></figure>



<p>E há ainda uma possível surpresa, em termos de crescimento, no setor de cosméticos &#8211; com a migração gradual de grandes marcas das embalagens rígidas (potes e frascos) para pouches ou bags flexíveis e refis.</p>



<p>O grande desafio a ser superado pela indústria é, de fato, entregar cada vez mais estruturas de embalagem resultem no menor impacto ambiental possível sem, contudo, onerar o produto ao dono da marca e ao consumidor final.</p>



<p><strong>Leia também:</strong><br><a href="https://projetopack.com.br/mercado-de-embalagens-mono-material-pode-chegar-a-usd-71-bi-ate-2025/">Mercado de embalagens monomaterial pode chegar a USD 71 bi até 2025</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Müller Martini vende a sua empresa MM Druckmaschinen GmbH em Maulburg para o Grupo Goebel</title>
		<link>https://projetopack.com.br/muller-martini-vende-a-sua-empresa-mm-druckmaschinen-gmbh-em-maulburg-para-o-grupo-goebel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2021 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infopack]]></category>
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					<description><![CDATA[Seis anos depois de suspender a produção de máquinas rotativas de impressão a formatos variáveis, Müller Martini vende a sua empresa MM Druckmaschinen GmbH, localizada na cidade de Maulburg, Alemanha, para a Goebel Capital GmbH, em Baar/Eschenbach, Suíça. A companhia agora será conhecida com o nome de Goebel MMD GmbH. Como resultado, clientes de máquinas impressoras Müller Martini agora não somente receberão suporte à longo prazo, mas também se beneficiarão dos últimos desenvolvimentos feitos pela Goebel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Seis anos depois de suspender a produção de máquinas rotativas de impressão a formatos variáveis, Müller Martini vende a sua empresa MM Druckmaschinen GmbH, localizada na cidade de Maulburg, Alemanha, para a Goebel Capital GmbH, em Baar/Eschenbach, Suíça. A companhia agora será conhecida com o nome de Goebel MMD GmbH. Como resultado, clientes de máquinas impressoras Müller Martini agora não somente receberão suporte à longo prazo, mas também se beneficiarão dos últimos desenvolvimentos feitos pela Goebel.</p>



<p>Müller Martini suspendeu a produção de máquinas de impressão rotativas a formatos variáveis em 2014, focando desde então na sua fábrica de Maulburg o negócio de serviços e suporte técnico para as mais de 1.000 rotativas de impressão instaladas no mundo todo. Agora, Müller Martini vendeu a empresa MM Druckmaschinen GmbH em Maulburg para o Grupo Goebel. “Com a empresa Goebel, achamos o parceiro ideal que está posicionado estrategicamente desde há muito tempo nesta área, a qual oferece serviços, suporte técnico e máquinas novas”, diz Bruno Müller, CEO da Müller Martini.</p>



<p>Com a sua moderna carteira de produtos, o Grupo Goebel é o candidato preferido para dar continuidade às rotativas de impressão Müller Martini. De acordo com Felix Berg, COO do Grupo Goebel, existem interesses fundamentais e mutuais nesta transação. “O acordo com Müller Martini nos permite fornecer serviços e peças de reposição para os clientes de máquinas rotativas existentes à longo prazo, e ao mesmo tempo habilitando-os em investir na última tecnologia Goebel”.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized is-style-default"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Muller-Martini-1024x552.jpg" alt="" class="wp-image-9351" width="540" height="285"/><figcaption><em>Müller Martinias segurará a disponibilidade de peças de reposição para a grande quantidade de impressoras rotativas instaladas no mundo todo (foto: arotativaVSOPaformatosvariáveis).</em><br></figcaption></figure>



<p>Os clientes continuarão recebendo suporte local pelas organizações de vendas e serviços Müller Martini. Com respeito a vendas de máquinas novas, retrofits, extensões, serviços técnicos e peças de reposição, estas organizações da MM receberão suporte por funcionários especializados de longa data desde Maulburg, os quais agora são empregados pela Goebel MMD GmbH.</p>



<p>Neste presente acordo, Müller Martini será no futuro o intermediário exclusivo na venda de rotativas Goebel nas áreas de impressão de embalagens e de segurança, oferecerá serviço técnico e continuará em providenciar peças de reposição durante os anos a seguir. “Isto nos permitira continuar servir aos nossos clientes de máquinas de impressão com o melhor suporte possível”, diz Bruno Müller.</p>



<p><strong>Sobre</strong><strong>Müller</strong><strong>Martini</strong></p>



<p>Müller Martini, empresa familiar estabelecida em 1946, tem a sua sede em Zofingen, no cantão Suíço de Aargau. Com aproximadamente 1.500 empregados no mundo todo, a companhia esta envolvida no desenvolvimento e na produção de Sistemas Industriais para o Acabamento de Produtos Impressos.</p>



<p><a href="http://www.mullermartini.com/">www.mullermartini.com</a></p>



<p><strong>Sobre </strong><strong>Goebel</strong></p>



<p>Esta companhia também familiar, fundada em 1851, agora tem seu quartel general em Baar, no Cantão Suíço de Zug, com filiais e subsidiárias localizadas em Eschenbach, no Cantão Suíço de Lucerna, e nas cidades Alemãs de Darmstadt e Maulburg. Esta companhia é uma das líderes mundiais na área de Impressão de Embalagens (rotativas offset) e de Segurança (intáglio, sistemas offset e híbridos).</p>



<p><a href="http://www.goebel-capital.com/">www.goebel-capital.com</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Benpac não paga Heidelberg e a venda da Gallus é suspensa</title>
		<link>https://projetopack.com.br/benpac-nao-paga-heidelberg-e-a-venda-da-gallus-e-suspensa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2021 20:13:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infopack]]></category>
		<category><![CDATA[benpac]]></category>
		<category><![CDATA[Gallus]]></category>
		<category><![CDATA[heidelberg]]></category>
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					<description><![CDATA[O fundo não efetuou o pagamento de EUR 120 milhões previamente acordado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C5612AQEwkEAdQUy05w/article-inline_image-shrink_1000_1488/0/1613056053844?e=1618444800&amp;v=beta&amp;t=DDoqYXZX5DJJhm4QgnKABuGWeIMFP-w__bmFIXwkovE" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem"/></figure>



<p>O mercado olhava ansioso para o desfecho da venda da Gallus, do grupo&nbsp;<a href="https://www.heidelberg.com/br/pt/index.jsp" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Heidelberg</a>, para a&nbsp;<a href="https://benpac.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Benpac Holding</a>. Infelizmente, ela não se completou, uma vez que o fundo não efetuou o pagamento de&nbsp;<strong>EUR 120 milhões</strong>&nbsp;previamente acordado.</p>



<p>A venda da&nbsp;<a href="https://www.gallus-group.com/en" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gallus</a>, divisão de máquinas impressoras flexográficas e híbridas para a impressão de rótulos e etiquetas &#8211; teria sido parte importante na estratégia financeira da Heidelberg de reduzir seus altos índices de endividamento, na ordem de&nbsp;<strong>EUR 390 milhões</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://projetopack.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C5612AQE1o3u0xOMRgQ/article-inline_image-shrink_1000_1488/0/1613056413669?e=1618444800&amp;v=beta&amp;t=0MsOr7FV8DGi52nPDSwGTsierqV0SFjw1RBQIsTymps" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem"/></a></figure>



<p>A boa notícia é que desde o mês de março, estes passivos caíram para o patamar dos EUR 250 milhões, deixando uma lacuna de EUR 140 milhões em que a venda da divisão Gallus cairia precisamente &#8220;como uma luva&#8221;. Tudo corria bem, a Heidelberg havia &#8220;oficialmente&#8221; noticiado a venda da companhia mas, na última semana, a&nbsp;<a href="https://www.heidelberg.com/global/en/about_heidelberg/press_relations/press_release/press_release_details/press_release_151168.jsp" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Benpac simplesmente não pagou</a>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Isso significa que sim, a Gallus continua sendo parte da Heidelberg, que deve portanto fortalecer o esforço comercial e de serviços ao portfólio Gallus, pari passu analisa outras opções e estratégias que ditarão o futuro da Gallus.</p></blockquote>



<p>Há alguns dias publicamos em nossa página institucional no LinkedIn, informe da Heidelberg corroborando a melhora sistemática dos resultados de vendas e lucratividade em 2020, bem como as projeções otimistas de que os resultados perdurem em 2021.</p>



<p><strong>Publicado por:</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C4E03AQETOP5UQQjWig/profile-displayphoto-shrink_100_100/0/1517742073409?e=1618444800&amp;v=beta&amp;t=XKVrABIqGYywDwuBZ6AvvGLFbNgaoj3JU1088k3ByRA" alt="Aislan Baer"/><figcaption><a href="https://www.linkedin.com/in/aislanbaer/">Aislan Baer</a> Fundador e CEO da ProjetoPack &amp; Associados; Co-fundador da Inovagraf; Especialista em impressão e embalagens</figcaption></figure>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>DIC deve adquirir o negócio global de pigmentos da BASF</title>
		<link>https://projetopack.com.br/dic-deve-adquirir-o-negocio-global-de-pigmentos-da-basf/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 21:07:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infopack]]></category>
		<category><![CDATA[BASF]]></category>
		<category><![CDATA[Dic Corporation]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta semana a Comissão Europeia autorizou, sobre a égide da legislação de fusões da União Européia, a proposta de aquisição da Basf Colors &#038; Effects pela DIC Corporation.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C4E12AQGP_W_fQQ1dCw/article-inline_image-shrink_1000_1488/0/1608061398751?e=1615420800&amp;v=beta&amp;t=kBmzzRPhXsle1Vn7EXKnWsj_oiG9CRF4hrnYZfCuz3E" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem"/></figure>



<p>A&nbsp;<a href="https://www.dic-global.com/en/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">DIC Corporation</a>&nbsp;foi fundada em 1908 para produzir e vender tintas de impressão. Desde então, a empresa passou a diversificar seus negócios em atividades correlatas em setores como pigmentos orgânicos e resinas sintéticas.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Com mais de 170 subsidiárias, o grupo tem negócios em mais de 60 países ao redor do mundo, e suas vendas para fora do Japão representavam, já em 2017, mais de 60% do faturamento.</p></blockquote></figure>



<p>Estima-se que o grupo DIC (proprietária da&nbsp;<a href="https://www.sunchemical.com/pt-br/sun-chemical-and-its-parent-company-dic-corporation-to-build-new-pps-compounds-production-line-in-north-america/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sun Chemical</a>) possua uma participação de mercado em tintas de impressão na ordem de 30% a 35%, embora tintas de impressão representem, ano após ano, parte menos relevante no lucro auferido (em meados de 2018, já se falava em 30% dos lucros).</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://projetopack.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C4E12AQHHtyMJCXqMUA/article-inline_image-shrink_1000_1488/0/1608061155152?e=1615420800&amp;v=beta&amp;t=pwNoxsPDIom7b_4seRK97xXjXqUO-fBadY_ffOc14jc" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem"/></a></figure>



<p>Esta semana a&nbsp;<a href="https://ec.europa.eu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Comissão Europeia</a>&nbsp;autorizou, sobre a égide da legislação de fusões da União Européia, a proposta de aquisição da&nbsp;<a href="https://www.colors-effects.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Basf Colors &amp; Effects</a>&nbsp;pela&nbsp;<a href="https://www.dic-global.com/en/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">DIC Corporation</a>. Dentre as cláusulas do acordo estaria o desinvestimento, por parte da DIC, da principal planta de produção de pigmentos como forma de preservar a competição no mercado.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>BASF e DIC são duas empresas líderes de mercado na produção e comercialização de pigmentos e corantes. Em um certo número de categorias de pigmentos, elas são as duas empresas líderes em nível global, inclusive.</p></blockquote></figure>



<p>Embora o processo de análise de uma fusão desta envergadura seja espinhoso, com grande possibilidade de fomentar ou reforçar o monopólio em uma dada categoria de produtos &#8211; ao nosso ver, temas como a influência asiática nos últimos anos no âmbito da indústria de pigmentos, os custos associados à troca de fornecedor aos usuários destes produtos, a qualidade e confiabilidade (sob judice) e a dificuldade de se competir em virtude de práticas comerciais predatórias &#8211; criou o ambiente favorável para, em pouco menos de dois anos, a coisa de fato acontecer.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>O preço de compra na base &#8220;cash and debt-free&#8221; será de €1.15 bilhão.</p></blockquote></figure>



<p>A DIC é uma companhia japonesa listada na bolsa de Tóquio, com cerca de 20 mil colaboradores em todo o mundo. Espera-se que ela venha a faturar por volta de €8 bilhões até 2025.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>O negócio de pigmentos da BASF, por sua vez, emprega cerca de 2600 colaboradores e gerou uma receita de vendas em 2018 na ordem de €1 bilhão.</p></blockquote></figure>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p><strong>Publicado por:</strong></p>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><img decoding="async" width="50" height="50" class="wp-image-6323" style="width: 50px;" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2020/06/aislan.jpg" alt=""><a href="https://www.linkedin.com/in/aislanbaer/">Aislan Baer</a> Fundador e CEO da ProjetoPack &amp; Associados; Co-fundador da Inovagraf; Especialista em impressão e embalagens.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>É possível &#8220;virtualizar&#8221;​ uma Drupa?</title>
		<link>https://projetopack.com.br/e-possivel-virtualizar%e2%80%8b-uma-drupa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 17:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infopack]]></category>
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					<description><![CDATA[Após uma série de adiamentos e uma certa expectativa pelo pior por parte do mercado, a Drupa – a mais icônica e tradicional feira gráfica do mundo – foi abortada em razão da grave pandemia covid19. A nova data prevista será entre os dias 28 de maio e 7 de junho de 2024, em Düsseldorf, Alemanha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após uma série de adiamentos e uma certa expectativa pelo pior por parte do mercado, a&nbsp;<a href="https://www.drupa.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Drupa</a>&nbsp;– a mais icônica e tradicional feira gráfica do mundo – foi abortada em razão da grave pandemia covid19. A nova data prevista será entre os dias 28 de maio e 7 de junho de 2024, em Düsseldorf, Alemanha.</p>



<p>Evidentemente que, com certa brevidade desde o primeiro adiamento, a organização do evento empreendeu esforços hercúleos na preparação de um “plano B”, com a virtualização da feira (um showroom digital). A virtual.drupa será online, dos dias 20 a 23 de abril de 2021.</p>



<p>Perfis das empresas expositoras, vídeos dos produtos com descrições detalhadas, sessões interativas de vídeo e chat e tudo o que se possa agregar para diminuir o&nbsp;<em>hiato da ausência e do contato humano direto</em>&nbsp;nos imensos pavilhões e áreas sociais do evento.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Toda plataforma ou solução possui vantagens e desvantagens. Eventos virtuais são uma panaceia universal? Não. São de todo ruins? Também não. Penso que são complementares.</p></blockquote></figure>



<p>Por ora, nenhuma tecnologia – nem o mais moderno holograma – consegue substituir o networking real presencial, uma vez que somos seres sociais (nem sempre sociáveis, é verdade). Para diminuir esse vazio, os ambientes virtuais tentam recriar áreas sociais como lounges e até, vejam só, “praças de alimentação”.</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://projetopack.com.br/revista-projeto-pack/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C4E12AQGoH1u3KGRLXQ/article-inline_image-shrink_1000_1488/0/1607687002250?e=1613001600&amp;v=beta&amp;t=GSlNFHsg-MCj4CJ3y1IQRdsjJUlp-R8WcWSQbEIB_dE" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem"/></a></figure>



<p>Todavia, estar imerso num espaço virtual – quer seja pelo computador ou por um dispositivo móvel – é uma batalha em dobro sobre o prisma do expositor: além de digladiar com outros competidores por uma fração da atenção do visitante, deve vencer inúmeras outras fontes de distração como as mensagens de texto, voz e e-mail que brotam a cada minuto.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Acredito que o maior desafio para feiras virtuais no setor gráfico seja a falta de experiência do visitante médio em lidar com estas tecnologias.</p></blockquote></figure>



<p>A maioria se viu enfronhado em eventos e webinars pela primeira vez durante a pandemia – mas a cultura e o hábito levam mais tempo para se estabelecer. E a faixa etária média dos empresários que visitam os eventos, de alguma forma, pode “jogar contra”. Não estamos falando de jovens que nasceram no&nbsp;<a href="https://secondlife.com/?lang=pt-BR" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Second Life</a>,&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Sims" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The Sims</a>&nbsp;e outros games onde controlar um avatar e interagir é absolutamente intuitivo.</p>



<p>Estamos falando de um público majoritariamente mais velho, descobrindo a tecnologia e os recursos avançados (que poderiam potencializar a sua experiência como visitante) pela primeira vez, e com tempo e atenção escassos para longos passeios virtuais.</p>



<p>Não podemos deixar de destacar aspectos interessantes e positivos das feiras virtuais. O custo-benefício talvez seja o maior deles – afinal, uma feira do tamanho de uma Drupa custa muito caro. &nbsp;E o custo se reflete no investimento por metro quadrado ao expositor ou mesmo no custo dos tickets para os visitantes.</p>



<p>Eventos virtuais são bem mais baratos quando comparados aos seus pares do mundo físico. E podem, desde que haja uma base sólida de contatos amparado por plataformas poderosas de automação de marketing, atingir pessoas em locais mais distantes.</p>



<p>Afinal, ao visitante cabe não apenas o custo do ingresso, mas passagens e estadia (isto vale também ao staff do expositor) – algo bastante diferente num evento digital. Não há limite de participantes e nem geográficos.</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://projetopack.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C4E12AQGnKAG5R7do-w/article-inline_image-shrink_1000_1488/0/1607687026743?e=1613001600&amp;v=beta&amp;t=LP0lrkRGVljKmrv_-jN7n0I6ZZgMNNqZGgR4p6dtmGQ" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem"/></a></figure>



<p>Aos dirigentes de marketing, sempre pesa o resultado instantâneo proporcionado por ferramentas virtuais – com métricas como número de visitantes, origem, tempo de permanência no estande, grau de interesse medido em cliques por produto etc.; algo que as feiras presenciais também trazem, com a adoção de tecnologias como crachás com RFID (geolocalização), QR Code (controle de acesso), beacons (sensores de presença e movimento) e canetas coletoras, por exemplo.&nbsp;<em>De uma certa forma, todos tem maneiras mais ou menos ágeis e precisas de mensurar o sucesso do evento</em>.</p>



<p>A diferença maior, geralmente a favor dos eventos online, tem sido o período pós-evento. Depois que a feira passa, dada a quantidade de tarefas acumuladas, os retornos podem demorar e os leads podem acabar “esfriando”. Nos meios online, uma vez que os visitantes já estão conectados, é muito mais fácil e conveniente enviar um questionário de satisfação ou interesse com maior probabilidade de retorno.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>A questão que se apresenta é: &#8211; que tipos de coisas ou ações são particulares dos eventos “gráficos”? Existe tecnologia para suplantar estas particularidades hoje?</p></blockquote></figure>



<p>Um exemplo trivial diz respeito às&nbsp;<strong>amostras</strong>. Quem vai à Drupa, volta geralmente com uma mala cheia de impressos – oriundos de máquinas, sistemas e tecnologias distintas. As empresas têm tentado suprir essa lacuna com demonstrações ao vivo por internet das máquinas e o envio antecipado de arquivos dos trabalhos dos clientes – que são impressos e enviados por correio. Por melhor que seja a logística, falando especificamente de feiras, essa premência do “ver agora” é, de certo qual modo, frustrada.</p>



<p>O visitante também vai à Drupa para ver as demonstrações ao vivo dos equipamentos. Embora os fabricantes de máquinas e equipamentos tenham reforçado seus&nbsp;<em>demo centers</em>&nbsp;durante o ano e investido em tecnologias de captura de imagens HD para transmissões online – é apenas no ambiente ferial que se pode, em um mesmo espaço de tempo, ter contato direto com um sortimento de máquinas dessa amplitude. Este será um dos mais espinhosos desafios da organizadora do evento.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>É possível que, num futuro não tão distante, a popularização de tecnologias vestíveis como óculos inteligentes possa trazer uma maior proximidade do visitante em ambientes virtuais, mas isso ainda custa muito.</p></blockquote></figure>



<p>A virtual.drupa, neste instante, é um “tapa-buracos” para manter o&nbsp;<em>hype</em>&nbsp;dos que esperavam, como eu, ansiosamente pelo evento. Não duvidamos da competência dos organizadores em apresentar algo bem produzido. Mas a sensação neste instante é ter comprado ingressos para o show do Johnny Rivers e encontrar o Latino no palco.</p>



<p>Sobre o futuro de feiras como a Drupa? A cada dia, estamos mais convictos de que serão feiras menores, regionais e de nicho, num modelo “phygital” – parte da experiência será presencial e outra parte, tão importante quanto, será online.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p></p>



<p><strong>Publicado por:</strong></p>



<p class="has-very-light-gray-background-color has-background"><img decoding="async" width="50" height="50" class="wp-image-6323" style="width: 50px;" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2020/06/aislan.jpg" alt=""><a href="https://www.linkedin.com/in/aislanbaer/">Aislan Baer</a> Fundador e CEO da ProjetoPack &amp; Associados; Co-fundador da Inovagraf; Especialista em impressão e embalagens</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Garrafas sem rótulo serão uma tendência no mercado de águas?</title>
		<link>https://projetopack.com.br/garrafas-sem-rotulo-serao-uma-tendencia-no-mercado-de-aguas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 18:21:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infopack]]></category>
		<category><![CDATA[bonafont]]></category>
		<category><![CDATA[danone waters]]></category>
		<category><![CDATA[labelless]]></category>
		<category><![CDATA[roll label]]></category>
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					<description><![CDATA[Há alguns dias, a Bonafont - uma "marca de água" controlada pela Danone, passou a vender embalagens produzidas com PET reciclado e anunciou o fim dos rótulos do tipo roll label em algumas de suas garrafas do portfólio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há alguns dias, a&nbsp;<a href="https://www.bonafont.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bonafont</a>&nbsp;&#8211; uma &#8220;marca de água&#8221; controlada pela Danone, passou a vender embalagens produzidas com PET reciclado e anunciou o fim dos rótulos do tipo&nbsp;<em>roll label</em>&nbsp;em algumas de suas garrafas do portfólio.</p>



<p>A ação é parte de uma campanha da empresa para entregar arrojadas metas de sustentabilidade até 2025, reduzindo o uso de plásticos nas embalagens dos seus produtos.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Apesar de noticiada na mídia especializada, acreditamos que o fato não recebeu a atenção devida. Seriam as garrafas &#8220;Labeless&#8221; (sem rótulo) uma tendência, ao menos na Danone Waters daqui em diante?</p></blockquote></figure>



<p>Esta decisão foi tomada com base em três pilares: o de recolher e reciclar 100% do volume de plástico colocado no mercado; o de reduzir o teor de plástico &#8220;virgem&#8221; em suas embalagens (alcançando 50% de&nbsp;<em>rPET</em>, o PET reciclado pós-consumo) até 2025 e 100% até 2030; e, por fim, incentivar a adoção de galões retornáveis &#8211; a linha Bonafont&nbsp;<a href="https://ciclovivo.com.br/inovacao/negocios/bonafont-garrafa-100-reciclada-rotulo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Re.torna</a>, potencializando a sua disponibilidade no Estado de São Paulo.</p>



<p>Se tudo correr conforme o esperado, a Bonafont espera que já em 2020 (estamos há poucos meses do fim do ano), a empresa se torne &#8220;plástico positiva&#8221;; isto é, que recicla 100% do plástico usado em seus produtos. Até 2025, ter-se-á 1 bilhão de garrafas a menos em circulação &#8211; um número que se tornou o&nbsp;<em>motto</em>&nbsp;da campanha.</p>



<p>Já se pode encontrar no varejo a recém-lançada garrafa de 1 litro, nomeada de &#8220;garrafa manifesto&#8221;, que levará a marca Bonafont em relevo na própria garrafa. O código de barras, necessário no registro da compra, segue impresso em dados variáveis na tampinha.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C4E12AQGZlZ5SGy95Ng/article-inline_image-shrink_1000_1488/0?e=1607558400&amp;v=beta&amp;t=tZGIAWjxpVQYuMqCi5gfz8wVhk3q9Od2b_UNG33gang" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem"/></figure>



<p>Um benefício indireto esperado pela empresa é que, com a retirada do rótulo das garrafas, o processo de reciclagem seja favorecido, uma vez que as cooperativas e catadores de lixo autônomos precisam retirá-los antes de reciclar as garrafas PET.</p>



<p>“Chegar até aqui não foi fácil. Tivemos entraves em todos os elos da cadeia, desafios no mercado de reciclagem, desafios em suprimentos, questões de engenharia de fábrica, regulamentação, design e a definição da melhor mensagem para o consumidor, pois mais do que uma empresa de águas, queremos poder impactar positivamente o meio ambiente e a vida dos consumidores”, disse em comunicado Erica Migales, diretora de marketing da divisão de águas Danone Brasil.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Uma parte do público que compra ou influencia na compra de água mineral engarrafada são as crianças. O intento é atingido com a impressão de rótulos termoencolhíveis sofisticados com personagens queridos das crianças, como os da Frozen ou Marvel, para citar alguns na linha Bonafont Kids.</p></blockquote></figure>



<p>Resta ver se as embalagens sem rótulo conseguirão entregar a oferta de valor a todos os públicos ou se a estratégia de sustentabilidade (o tripé citado) da empresa precisa ser adequado a cada situação de consumo. Talvez, o investimento ao longo do tempo na diferenciação da icônica cor &#8220;salmão&#8221; das garrafas Bonafont tenha facilitado o processo. A iniciativa pode suscitar uma busca mais fervorosa de outros fabricantes por diferenciação na pigmentação e no design das suas garrafas? Possivelmente.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C4E12AQFJGNcADNkkoQ/article-inline_image-shrink_1000_1488/0?e=1607558400&amp;v=beta&amp;t=c6HSictxI8bM0vRtxyOVxfxjUFaW87Y6lfSbKEQXa8o" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem"/></figure>



<p>Esta notícia é aquele farol vermelho para a indústria convertedora, sutil mas importante. É bom colocar no SWOT. O ambiente agradece, a indústria de BOPP e conversão, talvez não tanto. <strong>Reinventar-se sempre</strong>.</p>



<p></p>



<p></p>



<p><strong>FONTE:</strong></p>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><img decoding="async" width="50" height="50" class="wp-image-6323" style="width: 50px;" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2020/06/aislan.jpg" alt=""><a href="https://www.linkedin.com/in/aislanbaer/">Aislan Baer</a> Fundador e CEO da ProjetoPack &amp; Associados; Co-fundador da Inovagraf; Especialista em impressão e embalagens.</p>
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		<title>Mercado de embalagens mono material pode chegar a USD 71 bi até 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2020 16:15:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infopack]]></category>
		<category><![CDATA[embalagens mono material]]></category>
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					<description><![CDATA[A demanda por embalagens plásticas flexíveis mono material pode alcançar as 21,5 milhões de toneladas e receita de vendas na ordem de USD 58,9 bilhões até 2020.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A demanda por embalagens plásticas flexíveis mono material pode alcançar as 21,5 milhões de toneladas e receita de vendas na ordem de USD 58,9 bilhões até 2020, de acordo com a recente pesquisa da consultoria&nbsp;<a href="https://www.smithers.com/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Smithers</a>&nbsp;intitulada &#8220;O Futuro das Embalagens Flexíveis Plásticas Mono Material até 2025&#8221;.</p>



<p>O relatório diz ainda que a demanda por mais soluções sustentáveis e que venham ao encontro das expectativas dos donos das marcas e dos consumidores devem acelerar a taxa de crescimento anual composta (CAGR) aos 3,8%, atingindo possivelmente a histórica marca de USD 70,9 bilhões em 2025, com 26,03 milhões de toneladas consumidas.</p>



<p><em>O principal vetor das embalagens mono material são a necessidade de se reciclar mais facilmente as estruturas de embalagens e a busca por se implementar modelos sustentáveis galgados na economia circular.</em></p>



<p>As estruturas multi material (laminados, principalmente) são geralmente difíceis de se reciclar por conta das diferentes camadas de filmes flexíveis, bem como a pouca estrutura tecnológica de alguns países (como é o caso do Brasil) para reciclagens complexas. Em comparação, estruturas mono material, construídas de um só tipo de polímero, são completamente recicláveis.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C4E12AQFI3hdRysFYGQ/article-inline_image-shrink_1000_1488/0?e=1606348800&amp;v=beta&amp;t=iuw78MqPV1AnDkxmFEBwR00OrKkUyXccKXUOgwswApU" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem"/></figure>



<p>O PE é o polímero mais amplamente utilizado como filme base para estruturas monomaterial, respondendo por mais de metade do consumo projetado mundialmente para 2020. Há, todavia, forte indício de uma gradual ampliação da oferta com grades de polipropileno e RCF (fibras celulósicas recicladas).</p>



<p>Este ano, na pauta especial de sustentabilidade da&nbsp;<a href="https://projetopack.com.br/revista-projeto-pack/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ProjetoPack em Revista</a>, fizemos um envelope especial mono material, produzido com filmes de PET da fornecedora&nbsp;<a href="https://www.terphane.com/br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Terphane</a>. O artigo principal tratou sobre os prós e os contras da adoção de estruturas mono material. Afinal, será que são apenas benefícios? Ou, como tudo, há sempre algum sutil efeito colateral?</p>



<p>Se você ficou curioso e quer ler o artigo, baixa o aplicativo e assina a revista nas lojas da Apple e Google. A edição está lá, na íntegra.</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="http://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.projetopack" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C4E12AQFL3a7xLmyRwg/article-inline_image-shrink_1000_1488/0?e=1606348800&amp;v=beta&amp;t=sGbiwAsKiXwemKKGeDAK_WFKuALX3tqdlYiZaUu0hRE" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem"/></a></figure>



<p><em>E conta pra gente: o que acha deste mercado? Conhece alguma embalagem que saiu de uma estrutura laminada para mono material? Compartilhe conosco 🙂</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p><strong>Publicado por:</strong></p>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><img decoding="async" width="50" height="50" class="wp-image-6323" style="width: 50px;" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2020/06/aislan.jpg" alt=""><a href="https://www.linkedin.com/in/aislanbaer/">Aislan Baer</a> Fundador e CEO da ProjetoPack &amp; Associados; Co-fundador da Inovagraf; Especialista em impressão e embalagens.</p>



<p></p>
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		<title>Pane seca nas resinas termoplásticas?</title>
		<link>https://projetopack.com.br/pane-seca-nas-resinas-termoplasticas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2020 21:56:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infopack]]></category>
		<category><![CDATA[resina termoplástica]]></category>
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					<description><![CDATA[Temos um problema. A maioria já percebeu. Evidentemente, o problema é um problemão aos pequenos e médios transformadores / convertedores, e mais sutil aos gigantes. Mas ainda sim, é o assunto do momento: está faltando resina (e, por tabela, seus filmes derivados).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Temos um problema. A maioria já percebeu. Evidentemente, o problema é um problemão aos pequenos e médios transformadores / convertedores, e mais sutil aos gigantes. Mas ainda sim, é o assunto do momento: está faltando resina (e, por tabela, seus filmes derivados).</p>



<p>A&nbsp;<a href="http://abief.org.br/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ABIEF</a>, Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Flexíveis, fez uma sondagem (<a href="https://www.maxiquim.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MaxiQuim</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.w4chem.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">W4Chem</a>) e publicou algumas notas e material a respeito. A última delas, uma carta aberta que declara a necessidade urgente de &#8220;planejamento&#8221; para enfrentar o período de incerteza:</p>



<iframe title="Carta abief  Setembro.2020" src="https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/IJg6MgpYKodmlf" width="479" height="511" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" style="border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;" allowfullscreen> </iframe> <div style="margin-bottom:5px"> <strong> <a href="https://www.slideshare.net/aislanbaer/carta-abief-setembro2020" title="Carta abief Setembro.2020" target="_blank">Carta abief Setembro.2020</a> </strong> from <strong><a href="https://www.slideshare.net/aislanbaer" target="_blank">Aislan Baer</a></strong> </div>




<p>Parafraseando&nbsp;<strong>Rogério Mani</strong>, presidente do biênio 2019 &#8211; 2021, o cenário é uma &#8220;Tempestade Perfeita&#8221;, que somatiza uma demanda crescente, preço das matérias-primas nas alturas e escassez de oferta. Acredita-se que o evento durará ainda um trimestre ou mais. E, em termos de disponibilidade de resinas, é bem possível que nada de novo acontecerá, para bem ou para mal, durante todo o próximo ano.</p>



<p><em>O próprio&nbsp;</em><a href="https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/08/30/apos-passagem-do-laura-familia-do-sul-dos-eua-tem-casa-atingida-por-furacao-pela-3a-vez.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Furacão Laura</em></a><em>&nbsp;gerou algum impacto na demanda, com o fechamento preventivo de alguns crackers nos Estados Unidos. A produção de petróleo do Golfo do México segue com cerca de 53% da capacidade, após a devastação do furacão.</em></p>



<p>No nosso entendimento, a covid19 impõe às empresas, o que bem dito na carta da associação, se chama &#8220;planejamento&#8221;. O que exige outra competência chave: previsão de demanda (o popular&nbsp;<em>forecast</em>) &#8211; duas coisas que historicamente são sofríveis na indústria de embalagens flexíveis.</p>



<p>De acordo com a&nbsp;<a href="https://adirplast.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Adirplast</a>, Associação dos Distribuidores de Resinas Termoplásticas, &#8220;Os clientes raramente colocam programação e atuam mais no mercado spot&#8221;. Talvez essa era dourada, ao menos nos próximos meses, tenha acabado. Efeitos do cisne negro chamado coronavírus.</p>



<p><em>Para assegurar fornecimento ao ponto mais frágil da cadeia &#8211; os pequenos &#8211; a ABIEF pleiteia uma política de cotas junto aos fornecedores Braskem e distribuidores autorizados, descrito na página 19 da referida carta.</em></p>



<p>Outros efeitos colaterais como a falta de filme de poliéster e o aumento exacerbado do BOPP também assolam a indústria, que precisa compensar este spread na redução dos custos fixos, no aumento da produtividade e no preço de venda. A carta da entidade oportunamente se encerra com a pergunta &#8220;Você acha que o que você produz tem valor?&#8221;, uma clara alusão à prática de preços baixos, mesmo em meio à tempestade, que assumem algumas das indústrias.</p>



<p>É lógico, é sensato. Mas&#8230; é possível manter a calma em meio a um cenário tão desolador? Isso é o que vamos saber de aqui até o fim deste ano. Quem viver, verá.</p>



<p></p>



<p></p>



<p><strong>Publicado por:</strong></p>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><img decoding="async" width="50" height="50" class="wp-image-6323" style="width: 50px;" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2020/06/aislan.jpg" alt=""><a href="https://www.linkedin.com/in/aislanbaer/">Aislan Baer</a> Fundador e CEO da ProjetoPack &amp; Associados; Co-fundador da Inovagraf; Especialista em impressão e embalagens.</p>
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		<title>Sensores de grafeno impresso podem monitorar patógenos em carnes e peixes</title>
		<link>https://projetopack.com.br/sensores-de-grafeno-impresso-podem-monitorar-patogenos-em-carnes-e-peixes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2020 19:35:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infopack]]></category>
		<category><![CDATA[sensor de histamina]]></category>
		<category><![CDATA[sensores de grafeno]]></category>
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					<description><![CDATA[Usando uma impressora jato de tinta de alta resolução, especialmente adaptada para imprimir o composto sobre uma superfície polimérica, os pesquisadores demonstraram que o revestimento de grafeno pode detectar a histamina, um alérgeno que indicaria que o peixe ou a carne está estragado, abaixo de 3.41 partes por milhão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>Todos sabemos bem a importância de se manter o frescor dos alimentos e o quanto a falta de informação e controle pode tumultuar a nossa vida. Está aí uma pandemia terrível como a covid19, com origem &#8211; a priori &#8211; na pouca assepsia e dubiedade nos controles dos alimentos em um certo mercado na província de Wuhan, China, para nos lembrar disso.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pesquisadores da&nbsp;<a href="https://www.iastate.edu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Universidade Estadual de Iowa</a>, Estados Unidos, descobriram uma nova maneira de prevenir boa parte destes problemas na venda e distribuição de produtos cárneos e pescados, com um novo sensor baseado em carbono, que indica se o alimento está estragado.</h3>



<p>Usando uma impressora jato de tinta de alta resolução, especialmente adaptada para imprimir o composto sobre uma superfície polimérica, os pesquisadores demonstraram que o revestimento de grafeno pode detectar a histamina, um alérgeno que indicaria que o peixe ou a carne está estragado, abaixo de 3.41 partes por milhão.</p>



<p>A&nbsp;<a href="https://www.fda.gov/media/80248/download" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FDA determina</a>&nbsp;atualmente que peixes frescos devem apresentar histamina em 50 partes por milhão, o que torna o sensor bastante acima do range de sensibilidade para detectar o problema.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>O sensor de histamina não é só para carne ou peixe, afirmou Carmen Gomes, professora envolvida no projeto. Bactérias em alimentos produzem histamina, o que pode aumentar o leque de aplicações e fazer da tecnologia um bom indicador de validade dos produtos.</p></blockquote></figure>



<p>Para criar o sensor de histamina, os cientistas tiveram que fixar quimicamente os anticorpos da histamina ao grafeno. A histamina bloqueia a transferência de elétrons e aumenta a resistência elétrica, causando uma mudança que pode ser percebida e registrada pelo sensor.</p>



<p>O time acredita ainda que a funcionalidade pode se estender a outros patógenos, e detalha o potencial e os benefícios do sensor em um <a href="https://iopscience.iop.org/article/10.1088/2053-1583/ab8919" target="_blank" rel="noreferrer noopener">paper</a> publicado no jornal 2D materials.​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​</p>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p><strong>Publicado por:</strong></p>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><img decoding="async" width="50" height="50" class="wp-image-6323" style="width: 50px;" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2020/06/aislan.jpg" alt=""><a href="https://www.linkedin.com/in/aislanbaer/">Aislan Baer</a> Fundador e CEO da ProjetoPack &amp; Associados; Co-fundador da Inovagraf; Especialista em impressão e embalagens</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>O sobe e desce dos maiores convertedores de embalagens flexíveis dos EUA</title>
		<link>https://projetopack.com.br/o-sobe-e-desce-dos-maiores-convertedores-de-embalagens-flexiveis-dos-eua/</link>
					<comments>https://projetopack.com.br/o-sobe-e-desce-dos-maiores-convertedores-de-embalagens-flexiveis-dos-eua/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 17:37:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infopack]]></category>
		<category><![CDATA["Top 25 Convertedores"]]></category>
		<category><![CDATA[FP Converter]]></category>
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					<description><![CDATA[Anualmente, a revista norte-americana FP Converter edita uma lista dos "Top 25 Convertedores" de Embalagens Flexíveis dos EUA, com base na receita anual das vendas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Anualmente, a revista norte-americana FP Converter edita uma lista dos &#8220;Top 25 Convertedores&#8221; de Embalagens Flexíveis dos EUA, com base na receita anual das vendas.</p>



<p>Assim como é de se esperar encontrar Bill Gates e Warren Buffet nos top 2 da Lista de bilionários da Forbes, é lugar comum ver Amcor Bemis e Sealed Air por ali. E, de fato, estão sempre no topo da pirâmide. Mas alguns nomes tem despontado e subido muito rapidamente, fruto do trabalho intenso de consolidação promovido por alguns grandes fundos private e seu apetite inesgotável.</p>



<p>Nos últimos dez anos, a indústria de flexíveis saiu de USD 26,6 bi para USD 31,8 bi, um CAGR sólido de pouco mais de 2% ao ano, de acordo com a Associação de Embalagens Flexíveis Norte Americana, a FPA. Não é preciso dizer que saber o que se passa nos EUA é um bom termômetro para entender o que está se passando ou passará por aqui.</p>



<h3 class="has-text-align-center wp-block-heading">Pela lista, os 25 maiores convertedores norte-americanos somam receita na ordem de USD 19,8 bilhões ao ano &#8211; mesmo assumindo distorções na pesquisa da associação, é confortável presumir que estas 25 companhias já respondem tranquilamente por mais de 50% &#8211; 55% da produção de flexíveis na região.</h3>



<figure class="wp-block-embed-slideshare wp-block-embed is-type-rich is-provider-slideshare wp-embed-aspect-9-16 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Fp0820 cover story-chart-page13-printable" src="https://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/raIQiIBs9aZxYI" width="479" height="511" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" style="border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;" allowfullscreen> </iframe> <div style="margin-bottom:5px"> <strong> <a href="https://www.slideshare.net/aislanbaer/fp0820-cover-storychartpage13printable" title="Fp0820 cover story-chart-page13-printable" target="_blank">Fp0820 cover story-chart-page13-printable</a> </strong> from <strong><a href="https://www.slideshare.net/aislanbaer" target="_blank">Aislan Baer</a></strong> </div>
</div></figure>



<p>Interessante notar que nesse nível da pirâmide, com raras exceções como Scholle IPN e Liqui-Box, a maioria esmagadora das líderes atua, de alguma forma, em praticamente todos os mercados e com um leque amplo de produtos &#8211; desde o commodity até as especialidades.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-text-align-center is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><strong>Há algumas assimetrias visíveis que sem dúvida, afetam o estudo &#8211; como o percentual de rígidos e semi-rígidos em empresas como Amcor-Bemis e Sonoco, por exemplo, ou ainda divisões e unidades de negócio adjacentes como &#8220;comodato ou venda de equipamentos&#8221; a uma Sealed Air, que poderiam ser extraídos da receita total de vendas.</strong></p></blockquote>



<p>Mas é um bom termômetro. E as três coisas importantes que ele nos diz é de que está cada vez mais difícil manter a posição de liderança (1), que está diminuindo sensivelmente o número de empresas de atuação única no mercado norte-americano a cada listagem (2), dando lugar às mega transnacionais e, por fim, o fato de que praticamente 100% dos nomes da lista tem como acionistas majoritários e controladores, mega fundos de investimento.</p>



<p>Qual o impacto da gestão destas companhias a médio e longo prazo, saindo de um viés mais técnico e de inovação para a gestão tradicional imposta pelos fundos, com bônus e resultados de curtíssimo prazo? É o que discutiremos em breve, em mais uma edição do Infopack. Mas adianto: qual a sua opinião? É bom ou ruim para o setor? O Brasil seguirá esta tendência agora mais rapidamente? Comenta aí!</p>



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<p><strong>Publicado por:</strong></p>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><img decoding="async" width="50" height="50" class="wp-image-6323" style="width: 50px;" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2020/06/aislan.jpg" alt=""><a href="https://www.linkedin.com/in/aislanbaer/">Aislan Baer</a> Fundador e CEO da ProjetoPack &amp; Associados; Co-fundador da Inovagraf; Diretor da IDEAlliance Latin America.</p>
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		<title>Revolução em etiquetas inteligentes, com custo de 3 centavos de dólar ou menos cada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 17:09:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infopack]]></category>
		<category><![CDATA[RFID]]></category>
		<category><![CDATA[Talkin Things]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagine uma etiqueta inteligente com um custo de apenas USD 3 centavos. A empresa &#8220;Talkin Things&#8221; está introduzindo um produto que aparentemente, promete ser uma ruptura no mercado de etiquetas RFID e NFC, tornando finalmente a implantação desta tecnologia algo viável ao mercado de massa dos bens de consumo. A nova etiqueta foi concebida analisando [&#8230;]]]></description>
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<p>Imagine uma etiqueta inteligente com um custo de apenas USD 3 centavos. A empresa &#8220;<a href="https://talkinthings.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Talkin Things</a>&#8221; está introduzindo um produto que aparentemente, promete ser uma ruptura no mercado de etiquetas RFID e NFC, tornando finalmente a implantação desta tecnologia algo viável ao mercado de massa dos bens de consumo.</p>



<p>A nova etiqueta foi concebida analisando a fundo todas as etiquetas disponíveis no mercado, seus processos de fabricação e otimizando tudo ao final. A antena proprietária foi desenhada com modelagem virtual e testes intensivos para garantir uma performance sem precedentes, segundo informa a companhia.</p>



<h4 class="has-text-align-center wp-block-heading">Um elemento vital ao projeto foi o uso de sua própria instalação industrial, incorporando os mais modernos sistemas de laminação e conversão para garantir não apenas a qualidade das etiquetas, mas uma produtividade incomparável, explica a Talkin&#8217; Things.</h4>



<p>A oferta de valor inclui etiquetas inteligentes NGC 23 x 17mm ISO 14443 HF (wet inlay) a USD 0.03 e ISO 15693 a USD 0,04. Os tags RFID UHF agora estão disponíveis a USD 0,027. Dry inlay também é uma opção disponível.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Com esta proposta nós daremos um grande passo para fomentar embalagens inteligentes a milhões de produtos do dia-a-dia. Temos grande confiança de continuar essa jornada para atingir nossa meta de etiquetas inteligentes a USD 0,01 até 2025, afirma Marcin Pilarz, CEO da Talkin&#8217; Things.</p></blockquote></figure>



<p>Com sua nova planta em Varsóvia, Polônia, a companhia está apta não só a oferecer custos competitivos, mas também lead times, minimizando distâncias de transporte dentro da Europa e globalmente. O laboratório de projetos e design ajudará clientes desde a seleção da melhor opção e tecnologia, personalização de hardware e implementação completa.</p>



<p>Tomara que esta ação possa, de fato, alavancar ainda mais o promissor mercado de embalagens e etiquetas inteligentes. Veremos.</p>



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<p><strong>Publicado por</strong></p>



<p class="has-background has-very-light-gray-background-color"><img decoding="async" width="50" height="50" class="wp-image-6323" style="width: 50px;" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2020/06/aislan.jpg" alt=""><a href="https://www.linkedin.com/in/aislanbaer/" rel="sponsored nofollow">Aislan Baer</a> Fundador e CEO da ProjetoPack &amp; Associados; Co-fundador da Inovagraf; Diretor da IDEAlliance Latin America.</p>
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		<title>A vez do Retortable Pouch</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2020 21:02:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infopack]]></category>
		<category><![CDATA[Retortable Pouch]]></category>
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					<description><![CDATA[O conceito de Retortable Pouch data lá dos anos 40, quando estudos conduzidos por universidades e indústrias de embalagens avaliaram que certas estruturas flexíveis com barreira poderiam ser uma opção não só vantajosa, em termos econômicos, como também contribuir muito na qualidade e preservação dos produtos estáveis em prateleira (shelf-stable, que dispensam a cadeia do frio).]]></description>
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<p>O conceito de Retortable Pouch data lá dos anos 40, quando estudos conduzidos por universidades e indústrias de embalagens avaliaram que certas estruturas flexíveis com barreira poderiam ser uma opção não só vantajosa, em termos econômicos, como também contribuir muito na qualidade e preservação dos produtos estáveis em prateleira (shelf-stable, que dispensam a cadeia do frio).</p>



<p>Um dos pioneiros na adoção do Retort foi um órgão de pesquisas dentro do exército norteamericano, o &#8220;<a href="https://www.army.mil/natick" target="_blank" rel="noreferrer noopener">U.S. Army Natick</a>&nbsp;Research and Development Center&#8221;, que passou a trabalhar na subsituição de alimentos enlatados (rações militares) por porções acondicionadas em embalagens flexíveis retort, estáveis em prateleira. Você consegue imaginar o impacto positivo na mobilidade de soldados carregando alimentos dessa maneira, ao invés de levar toda uma &#8220;tralha de enlatados barulhentos e pesados&#8221; no meio da batalha?</p>



<p>Com todos estes benefícios, até um termo novo surgiu no universo militar: &#8220;Meal Ready-To-Eat&#8221; ou MRE (Refeição Pronta para Comer).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Parte fundamental da solução Retort é garantir ao cliente final a formatação da embalagem, o preenchimento (envase) e a selagem íntegra do produto, a taxas de performance equivalentes ou até superiores a outras soluções de embalagem rígidas como as latas.</h3>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C5612AQH_3rnSygYlcQ/article-inline_image-shrink_1000_1488/0?e=1603324800&amp;v=beta&amp;t=0FVMjIHzcYzU8OBIOUULnYlPOZfGBixxlJ4ZivUonVE" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem"/></figure>



<p>O grande primeiro divisor de águas do Retort foi nos anos 80, com os enormes avanços da coextrusão de filmes barreira, o que permitiu o desenvolvimento de estruturas aptas a serem levadas ao microondas e reaquecidas para o consumo sem, contudo, ter a barreira comprometida. A coextrusão permitiu o aperfeiçoamento do Retort em pontos nevrálgicos como o &#8220;flexcracking&#8221; (a ruptura de paredes) e flexibilidade (<em>pliability</em>).</p>



<h3 class="wp-block-heading">Os críticos requerimentos de envase dos produtos, tais como esterilização, cocção, envase a quente etc., também impulsionaram aprimoramentos de tintas e adesivos com maior resistência térmica, outro ponto de colapso de embalagens Retort.</h3>



<p>O fato é que os consumidores querem cada vez mais conveniência. E as embalagens Retort são uma ótima opção nesse sentido, aliado ao sortimento de&nbsp;<em>fitments</em>&nbsp;&#8211; tampas e vávulas &#8211; cada vez mais sofisticados e que agregam valor, com respeito à dosagem controlada, sem acúmulo de produto e aproveitando ao máximo o seu conteúdo.</p>



<p>Os gastos das empresas no armazenamento e transporte de produtos embalados / envasados e, em especial, do varejo (que trabalha com margens apertadíssimas) para manter produtos refrigerados ou congelados é imenso. Este é outro vetor importante na aceleração dos produtos shelf-stable. A procura pelos consumidores e indústria só aumenta, como pode ser visto na pesquisa que fizemos ontem, no&nbsp;<a href="https://explodingtopics.com/topic/retort-pouch?period=180" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ExplodingTopics</a>:</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C5612AQG6KH3F8GBeug/article-inline_image-shrink_1000_1488/0?e=1603324800&amp;v=beta&amp;t=O92h0ct2rAHTmy3jmdHfo7fn-eh2OIkoSxh58i3MPjY" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem"/></figure>



<p>(Crescimento foi de 456% em 15 anos nas buscas pelo termo Retortable Pouch).</p>



<p>E você, já está familiarizado com esta solução de flexíveis? Pensa em produzir ou comprar Retort nos próximos meses? Conta pra gente!</p>



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<p><strong>Publicado por:</strong></p>



<p><img decoding="async" width="50" height="50" class="wp-image-6323" style="width: 50px;" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2020/06/aislan.jpg" alt=""><a href="https://www.linkedin.com/in/aislanbaer/">Aislan Baer</a> Fundador e CEO da ProjetoPack &amp; Associados; Co-fundador da Inovagraf; Diretor da IDEAlliance Latin America</p>



<p></p>
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