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	<title>Arquivos Opinião - ProjetoPack</title>
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	<description>Consultoria e serviços para embalagens, rótulos, etiquetas e processos de impressão</description>
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	<title>Arquivos Opinião - ProjetoPack</title>
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	<item>
		<title>Indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis cresce 7,1% no terceiro trimestre de 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Murilo Pinto Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2023 19:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção de embalagens plásticas flexíveis aumentou 7,1% no terceiro trimestre de 2023 na comparação com o trimestre anterior, segundo pesquisa Maxiquim, feita com exclusividade para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis). “Mesmo assim, 2023 vem sendo um ano bastante desafiador para o setor. A boa notícia é que o cenário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-style:normal;font-weight:400">A produção de embalagens plásticas flexíveis aumentou 7,1% no terceiro trimestre de 2023 na comparação com o trimestre anterior, segundo pesquisa <a href="https://www.maxiquim.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">M</a><a href="https://www.maxiquim.com.br/">axiquim</a>, feita com exclusividade para a <strong><a href="http://www.abief.org.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A</a><a href="http://www.abief.org.br">BIEF</a> (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis)</strong>. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p style="font-style:normal;font-weight:400">“Mesmo assim, 2023 vem sendo um ano bastante desafiador para o setor. A boa notícia é que o cenário de redução da taxa de juros se confirmou e a confiança do empresariado está sendo retomada após o período de transição do governo. Mas ainda paira uma certa incerteza em relação ao cumprimento da meta fiscal, que pode influenciar a conjuntura em algum nível”, </p>
<cite>Analisa o Presidente da <strong>ABIEF</strong>, o empresário Rogério Mani.</cite></blockquote>



<p class="has-light-green-cyan-background-color has-background" style="font-style:normal;font-weight:400">Segundo ele, “a perspectiva é de um quarto trimestre de crescimento, tanto pelo fator sazonal como pela melhoria do ambiente econômico, sinalizada principalmente pela continuação da redução das taxas de juros e da queda no desemprego”.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">A pesquisa Maxiquim também mostrou que o Brasil segue sendo o maior mercado de embalagens plásticas flexíveis da América do Sul, <strong>com uma participação de 54% nas 3,9 milhões de toneladas produzidas na região</strong>. </p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-consumo-per-capita">Consumo per capita</h2>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Contudo, o Chile lidera o consumo per capita deste tipo de embalagem, com 15,4 Kg por habitante; em segundo lugar vem a Argentina, com 15Kg/habitante. O Brasil ocupa a terceira posição, com 10 Kg/habitante. “O destaque destes países são as aplicações de filmes na agricultura e na mineração, lembrando que a média da região é de 11,1 kg/habitante”, completa Rogério.</p>



<p class="has-light-green-cyan-background-color has-background" style="font-style:normal;font-weight:400">Das 576 mil toneladas de resinas utilizadas para produzir embalagens flexíveis no Brasil no terceiro trimestre de 2023, PEBD (polietileno de baixa densidade) e PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) participaram com 77%. A segunda resina mais usada foi o PP (polipropileno) com 16%, seguido pelo PEAD (polietileno de alta densidade) com 7% de participação. </p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">As resinas recicladas participaram com apenas 4% desse total. Sobre isso, o Presidente da ABIEF explica: “É importante ressaltar que 2023 vem sendo um ano desafiador para a indústria de reciclagem, uma vez que os preços das resinas virgens caíram, reduzindo a atratividade de uso dos materiais reciclados.”</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Do total de 561 mil toneladas de embalagens plásticas flexíveis produzidas no terceiro trimestre, 12% foram de filmes <em>shrink</em> (encolhíveis), 9% de <em>stretch</em> (estiráveis) e 6% sacolas e sacos; o restante foi absorvido por outros tipos de embalagens. </p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">A indústria de alimentos permanece como a principal cliente do setor, respondendo pelo consumo de 42% das embalagens flexíveis produzidas; na sequência vem agropecuária, com 16% e industrial, com 14%.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-importacoes-de-embalagens-flexiveis">Importações de embalagens flexíveis</h2>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">A pesquisa Maxiquim também mostrou que as importações de embalagens flexíveis ficaram estáveis no terceiro trimestre de 2023, mantendo o patamar de 17 mil toneladas, enquanto as exportações tiveram uma leve redução, fechando em 32 mil toneladas. Na comparação anual, houve redução das importações e aumento das exportações.</p>



<p>Leia mais em nosso blog:</p>



<p><a href="https://projetopack.com.br/en/qual-a-embalagem-do-futuro/">Qual a embalagem do futuro?</a></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>ABIGRAF adere a Manifesto contra decisão de se abolir o material didático impresso em São Paulo</title>
		<link>https://projetopack.com.br/abigraf-adere-a-manifesto-contra-decisao-de-se-abolir-o-material-didatico-impresso-em-sao-paulo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 19:31:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[livro didático]]></category>
		<category><![CDATA[livro impresso]]></category>
		<category><![CDATA[sindigraf]]></category>
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					<description><![CDATA[Abigraf se manifesta com relação à decisão do governo do estado de SP de não aderir ao PNLD]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-style:normal;font-weight:400">Nos últimos dias, a <a href="https://www.educacao.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Secretaria da Educação</a> do Governo do Estado de São Paulo, na pessoa do secretário <strong>Renato Feder</strong>, anunciou que não irá aderir ao material do <strong>Programa Nacional de Livros Didáticos (PNLD)</strong> do Ministério da Educação. A decisão é válida a partir de 2024, de modo que, no ano que vem, estudantes do Ensino Fundamental I (neste caso, ainda com suporte do material físico) e II e Ensino Médio (em sua totalidade) usarão material digital desenvolvido pela Secretaria do Estado, e não mais livros físicos fornecidos pelo MEC.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Desde então, educadores e entidades ligadas à Educação e ao Livro Didático têm manifestado preocupação sobre a decisão que, entre outros possíveis danos, pode ampliar o abismo existente entre a realidade educacional do ensino público e privado no país.</p>



<p class="has-light-green-cyan-background-color has-background" style="font-style:normal;font-weight:400">A <a href="https://www.abigraf.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ABIGRAF</a>, juntamente com outras entidades que trabalham em prol do livro e da leitura para diferentes finalidades, e que acredita firmemente que a educação é o único passo possível para o desenvolvimento salutar de uma nação, une-se à corrente daqueles que se preocupam e, mais do que isso, se opõem a tal decisão.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">A associação fez parte, nesta semana, na organização de um formal manifesto, que será enviado ao governo de São Paulo, à Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e demais órgãos competentes, no qual se esclarecem vários pontos de vista e explicações que embasam a posição de se opor a essa medida. Deste manifesto, que segue abaixo, na íntegra, fazem parte as seguintes entidades:  ABIGRAF NACIONAL   /  ABIGRAF-SP  /  <a href="https://www.sindigraf.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SINDIGRAF-SP</a>  /  <a href="https://abrelivros.org.br/site/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ABRELIVROS</a>  /  <a href="https://snel.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SNEL</a>  /  <a href="https://cbl.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CBL</a>  /  <a href="https://www.anl.org.br/v1/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANL</a>  /  <a href="https://iba.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IBÁ</a>  /  <a href="http://www.portalabro.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ABRO</a>  /  AFEIGRAF  /  <a href="https://twosides.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TWO SIDES</a>  /  <a href="https://andipa.org.br/inicio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANDIPA</a>  /  <a href="http://www.sinapel.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SINAPEL</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-manifesto-cadeia-produtiva-do-livro-didatico"><strong><u>MANIFESTO:&nbsp; CADEIA PRODUTIVA DO LIVRO DIDÁTICO</u></strong></h2>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">São Paulo, 03 de agosto de 2023,</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">A CADEIA PRODUTIVA DO LIVRO DIDÁTICO, em seu amplo universo, por meio de Notas e pronunciamentos vem externando indignação generalizada em relação à decisão do Governo do Estado de São Paulo de não aderir ao PNLD – Programa Nacional do Livro Didático, instituído pelo Governo Federal na primeira metade do século 20, sem vinculação de qualquer natureza política, com capacidade para atender, de forma gratuita, regularmente, todas as escolas das redes federal, estadual e municipal com livros e obras didáticas direcionadas ao ensino fundamental, médio e para a educação de jovens e adultos.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Ao desvincular-se do PNLD, o Governo do Estado de São Paulo, por meio de sua Secretaria de Educação, abre mão de receber mais de 10 milhões de livros didáticos impressos em 2024 para os alunos de sua rede escolar do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental II, sendo que a substituição pelo meio eletrônico (digital) pode alcançar até 28 milhões de exemplares se considerados também aqueles do Ensino Médio e os adquiridos diretamente pelo governo paulista. A decisão da Secretaria de Educação, a julgar pelas diferentes manifestações públicas e editoriais, veiculadas na mídia nacional, obteve unanimidade contra por, segundo diferentes especialistas, situar-se na contramão do que se verifica em diferentes países e organizações nacionais e internacionais especializadas em educação, no que se refere ao uso de meios eletrônicos como computadores, tablets, aplicativos e plataformas tecnológicas nas escolas.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Os livros distribuídos pelo PNLD, financiados pelo FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação não são escolhidos ao acaso, ao contrário, são obras com conteúdos adequados, de autores qualificados, professores, com vinculação direta aos objetivos pedagógicos, pois visam preparar os alunos para as etapas seguintes de sua vida escolar e profissional. A decisão de editar um livro no âmbito do PNLD e distribuí-lo gratuitamente às escolas de todo o Brasil não se dá segundo ideologias, pois, como é de notório conhecimento, as obras são preliminarmente submetidas ao exame de especialistas comprometidos com a educação, sem nenhum outro interesse.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">A grande mídia destaca, inclusive por meio de editoriais, que a decisão do Governo do Estado de São Paulo, de abolir livros didáticos impressos no transcurso da aprendizagem, no âmbito da rede pública, é uma violação ao bom senso, restando acrescentar que escolas privadas, de primeira linha, no mesmo Estado de São Paulo, se utilizam de obras didáticas impressas e catalogadas no PNLD.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">A grande mídia destaca, também, e critica, qualificando como simplório, o argumento usado pelo Secretário da Educação do Estado de São Paulo, que resumiu a decisão de seu governo por meio da inusitada justificativa: <em>“A aula é uma grande TV, que passa os slides em Power Point, alunos com papel e caneta anotando e fazendo exercícios. O livro tradicional sai</em>.”</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">O Brasil, em face da surpreendente decisão do Governo de São Paulo, coloca-se contrariamente ao que ocorre no mundo, com risco de cair em descrédito em decorrência de uma decisão equivocada, que não representa a posição do mundo educacional do País, nem de toda e qualquer cadeia produtiva do livro impresso nas gráficas nacionais. Exemplo mais recente do novo viés internacional vem da Suécia, país cujo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é 0, 947, um dos 10 maiores do mundo, que adotou nova postura em relação ao digital no universo educacional, passando a adotá-lo como um recurso adicional, extra, mantendo em primeiro plano o livro impresso, que dentre inúmeras qualificações tem o condão de estimular o hábito da leitura, essencial em nosso País, que ainda registra, mesmo em um Estado como São Paulo, elevados índices de desigualdade social.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Além das incontáveis manifestações de especialistas no mundo educacional, que acreditam na educação cuja nobreza vai muito além do que sugere as redes sociais, há em paralelo um universo econômico cuja evidência maior é a longa cadeia produtiva que incorpora autores, escritores, editoras, indústrias fabricantes de papel, insumos e maquinário, além de produção e impressão gráfica, ou seja, tudo o que é necessário para que ao fim chegue às mãos de alunos e professores o conteúdo inscrito de modo indelével, como imaginou Johannes Gutenberg no século 15.&nbsp; Certamente, esta medida sem um prévio e amplo debate com a sociedade civil e suas entidades representativas, causará além do enorme prejuízo educacional aos nossos jovens, um impacto extremamente negativo na economia do estado, pois acarretará níveis elevados de desemprego e desindustrialização.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">O hábito da leitura em livros impressos, liberta e abre portas. Pássaros têm asas. Homens têm livros. Ler é descobrir-se e descobrir o mundo e ajudar a construí-lo com mais justiça, respeito, verdade e cultura. Neste sentido, é importante destacar que existem pesquisas realizadas e disponibilizadas por diversos e renomados profissionais e institutos, que comprovam que a assimilação de informação e conhecimento por meio impresso é bastante superior àquela obtida por equipamentos eletrônicos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">A decisão do Governo do Estado de São Paulo vai na contramão do incentivo à leitura, que é um produto da cultura, que informa, forma, transmite experiências e amplia o espaço da existência de todos e de qualquer um. Um jovem aluno, periférico, leva o livro para casa e a cada página descortina um mundo. O histórico empresário paulista, José Mindlin, dizia: Antes do livro eu não era nada! Um livro impresso não é um mero objeto, descartável, a ser trocado por uma “tela de TV”.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">O que dizer então de um livro didático, chave para o futuro da juventude de qualquer país.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">A decisão de somente utilizar o chamado “material digital / eletrônico” em detrimento dos livros didáticos impressos, ao invés de sua coexistência, certamente potencializará ainda mais a lamentável e enorme desigualdade social existente em nosso país e no estado de São Paulo.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Por fim, outro ponto importante diz respeito à sustentabilidade e, neste sentido, vale ressaltar que 100% do papel fabricado no Brasil é proveniente de florestas plantadas. Assim sendo, há que se considerar o danoso impacto ambiental que será causado pela substituição dos livros didáticos impressos em papel, que são de fontes renováveis, recicláveis e biodegradáveis, pelos equipamentos eletrônicos.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400"><strong><u>Senhor Governador:&nbsp;</u></strong></p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Confiantes na sensibilidade social de Vossa Excelência, as entidades que subscrevem este Manifesto esperam, com respeito e humildade, que a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, suspenda a medida anunciada e inicie conversações objetivas e profissionais com o universo educacional de São Paulo, de todo o País, e com Organizações Internacionais que se dedicam ao relevante e sensível tema, na direção e no sentido do que anseia o futuro do Brasil.</p>



<p>Leia mais em nosso blog:</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400"><a href="https://projetopack.com.br/en/um-mundo-sem-plastico-e-sem-educacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Um mundo sem plástico e sem educação</a></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Embalagem monomaterial de PET se consolida como tendência ao mercado FLV</title>
		<link>https://projetopack.com.br/embalagem-monomaterial-de-pet-se-consolida-como-tendencia-ao-mercado-flv/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Aislan Baer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 19:56:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Além do apelo da sustentabilidade, por se tratar de uma embalagem monomaterial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-style:normal;font-weight:400">Cada dia mais os consumidores buscam produtos naturais, saudáveis e convenientes. E por estar antenada e alinhada às novas demandas do mercado, a <strong><a href="http://www.terphane.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Terphane</a></strong>, líder em filmes PET (poliéster) na América Latina e um importante <em>player</em> global, desenvolveu soluções específicas para atender ao crescente mercado de FLV (frutas, legumes e verduras).</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Como explica Juliana Sioli, Executiva de Desenvolvimento de Novos Negócios, o <em>expertise</em> da <strong>Terphane</strong> resultou em soluções inovadoras para este segmento. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow" style="font-style:normal;font-weight:400"><p>“Estamos falando de filmes seláveis e sustentáveis, com propriedades <em>anti fog</em>, que melhoram a experiência do consumidor no ponto de venda e aumentam a vida de prateleira dos produtos. O consumidor visualiza o que está levando para casa e sabe que a embalagem usada é ambientalmente correta, por ser monomaterial, reciclável e, em alguns casos, produzida com materiais PCR (reciclados pós consumo).”</p></blockquote>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Segundo Juliana, os filmes de poliéster da <strong>Terphane</strong> atendem a uma outra demanda da atualidade: maximizar a vida útil do produto, minimizar seu desperdício e aumentar a percepção de valor sobre o produto, sobre a marca e sobre a empresa. “Mas existe uma barreira cultural a ser vencida. Ainda há um certo desconhecimento sobre o potencial dos filmes de poliéster para FLV. Muitos ainda acreditam que só existem soluções com outros materiais ou que as embalagens precisem ser multimateriais para terem as barreiras necessárias para preservar os alimentos. Este é o nosso desafio: mostrar que a solução em poliéster monomaterial é viável e já está disponível.”</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background" style="font-style:normal;font-weight:400">E os filmes seláveis de poliéster, da linha <strong>Sealphane®</strong>, fazem todo o sentido para este segmento. Além de aumentar a vida de prateleira de frutas, verduras e legumes frescos, esta embalagem garante a integridade do produto durante as etapas de transporte e armazenagem, evitando desperdício. Ganha-se ainda na logística pela possibilidade de empilhamento das embalagens; mais embalagens ocupando menos espaço. As vantagens se tornam mais expressivas se o canal de venda for o autosserviço; as oportunidades também aumentam quando pensamos no crescimento das vendas <em>on line</em> nesta categoria de produto.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Outra vantagem lembrada por Juliana Sioli é que os filmes <strong>Sealphane®</strong> têm altíssima transparência e funcionalidade de anti embaçamento (<em>anti fog</em>), permitindo que o consumidor visualize o produto ou desfrute de imagens impressas com altíssima qualidade, inclusive quando o produto é exposto em gôndolas refrigeradas. Os filmes seláveis também podem ser de fácil abertura (<em>easy open</em>), dispensando o uso de utensílios.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Por estas características, os filmes de poliéster são ideais para comporem soluções de embalagem, seja como tampas para bandejas ou selos de segurança com efeito <em>easy open.</em> </p></blockquote></figure>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Na linha <strong>Sealphane®</strong> há ainda filmes seláveis para diversos tipos de bandejas (APET, mono CPET, APET/CPET, CPET modificado, PETG, rPET, PVC, PC, PLA, PP, HDPE, PS, HIPS, alumínio (borda lisa) ou cartão revestido com <em>coating</em> de PET). “O importante é que o consumidor tenha acesso à embalagem que melhor atenda às suas expectativas e garanta um produto em perfeitas condições. Uma embalagem que surpreenda e transforme o momento do consumo em uma experiência prática e conveniente”, conclui Juliana. Vale lembrar ainda que em comparação às embalagens <em>clamshell</em>, as soluções com filme de poliéster têm dois outros importantes benefícios: garantia de fechamento hermético e redução no uso de plástico.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">A linha de filmes sustentáveis <strong>Ecophane®</strong> PET PCR (poliéster reciclado pós consumo) também é indicada para a produção de embalagens para FLV. Esta linha é produzida com, no mínimo, 35% de PCR em sua composição. Ou seja, além de garantir um menor uso de matérias-primas virgens, os filmes estimulam a circularidade das embalagens. A linha <strong>Ecophane®</strong> é aprovada pela ANVISA, FDA e União Europeia para contato com alimentos.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">A <strong>Terphane</strong> apresentará todas as soluções em filmes de poliéster para o mercado de FLV na IFPA (International Fresh Produce Association) 2022 – The Global Produce Floral Show, entre os dias 27 e 29 de outubro, em Orlando (EUA).</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Leia mais em nosso blog:</p>



<p><a href="https://projetopack.com.br/en/embalagens-selaveis-tornam-se-grande-aposta-entre-os-consumidores-que-buscam-conveniencia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Embalagens seláveis tornam-se a grande aposta entre os que buscam conveniência</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://projetopack.com.br/embalagem-monomaterial-de-pet-se-consolida-como-tendencia-ao-mercado-flv/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Solução 4 de 6 para um ano de crise</title>
		<link>https://projetopack.com.br/solucao-4-de-6-para-um-ano-de-crise/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Aislan Baer]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Sep 2022 21:38:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[embalagem inovadora]]></category>
		<category><![CDATA[embalagemembalagens]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[inovar]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A inovação como a única garantia na dominância temporária de um setor ou nicho de mercado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-style:normal;font-weight:400">Seguimos, enfim, com a nossa pauta especial em que capitaneamos a ideia de trazer soluções para diminuir os impactos de um ano perdido no setor gráfico e convertedor nacional. Sumarizando brevemente, falamos sobre a importância do enfoque na produtividade, enveredamos para o fortalecimento do setor de suprimentos e, mais recentemente, tecemos nossas considerações acerca da qualidade na tomada de decisão no chão da fábrica.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Neste quarto capítulo, abordaremos o tema da inovação como a única garantia na dominância temporária de um setor ou nicho de mercado.</p></blockquote></figure>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-a-anatomia-da-inovacao-no-setor-grafico-e-convertedor"><strong>A anatomia da inovação no setor gráfico e convertedor</strong></h2>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Pare e pense um pouco antes de responder (e seja sincero): &#8211; qual é efetivamente o esforço empreendido pelas gráficas e convertedoras brasileiras no sentido de inovar em seus produtos, serviços ou mesmo na forma de comercializá-los?</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Salvo raras exceções – em sua maioria, oriundas das poucas megacorporações globais – o esforço é pouco ou quase nada.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background" style="font-style:normal;font-weight:400">A inovação basicamente reside na enfadonha espera por alguma novidade por parte dos fornecedores de matérias-primas ou da “solicitação de amostra” dos clientes (em geral, redimensionamento de painéis, redução de gramatura e espessura ou tentativas de mudança estrutural por filmes já conhecidos, objetivando algum ganho de maquinabilidade ou custo).</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Cá entre nós, a energia que permeia a nossa cadeia, em termos de inovação, é tão irrisória que a maioria das bobinas de amostra sequer será testada. Aquela bobina com passo de fotocélula terminará seus dias com uma espessa camada de pó, esquecida em alguma prateleira ou pallet no armazém do cliente.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Existem muitos profissionais especialistas no tema: alguns deles inclusive coroam as páginas da nossa revista periodicamente com seus valiosos insights, como a <strong>Leila Malta</strong> e <strong>Andrê Gazineu</strong>. Eu não sou um deles.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Todavia, em todos estes anos de consultoria adquiri a percepção cristalina de quão estratégica é a cultura da inovação num mercado que vende seus produtos por quilo (tal qual um saco de batatas) ou em milheiro (tal qual um fardo de rolos de papel higiênico).</p></blockquote>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Num mundo de abundância de oferta, a maioria das decisões se baseia no menor preço, “a menos que” exista um diferencial. Esta palavra-chave é sinônimo de inovação, no contexto dos negócios.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Basicamente, a inovação caminha no sentido do <strong>produto ou serviço</strong>, do <strong>processo</strong> em si e do <strong>modelo de negócios</strong>. Se refletirmos um pouco sobre o nosso segmento gráfico e convertedor, tudo se resume hoje em inovações incrementais de produto – impressos mais bonitos, com acabamentos mais sofisticados, com filmes mais finos, com teor de material reciclado pós industrial ou pós consumo, com matérias-primas oriundas de fontes renováveis etc; em termos de inovação em serviço, as gráficas basicamente continuam vendendo da mesma forma que <strong>Gutenberg</strong> vendia suas indulgências nos arredores de <strong>Mogúncia</strong> em meados de 1400 (claro, há algumas iniciativas parcas de vender pela internet, com algum grau de personalização por parte do consumidor, mas face ao tamanho da indústria, é “peanuts”).</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background" style="font-style:normal;font-weight:400">Quando colocamos o holofote sobre a “inovação no modelo de negócios”, a coisa piora. Quase não há nada fora do lugar-comum. O modelo de franquias e micro franquias é talvez a maior disrupção que tenhamos visto de forma consolidada na indústria gráfica.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Isso tudo não nos parece uma notícia triste, mas uma injeção de ânimo acerca do tamanho da oportunidade de se pensar, com o perdão do trocadilho, fora da caixa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A próxima curva S</strong></h2>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Sabemos hoje que produtos e processos possuem uma espécie de ciclo de vida, tal e qual os seus criadores. Em algum momento da sua existência, eles atingem um angustiante platô. Na prática, esse platô de marasmo significa que alguém mais inovador que você ou a sua empresa finalmente o superou e trouxe uma melhor oferta de valor. Oferta essa que pode, inclusive, ter rompido o trade-off de inovação e custo (o pior cenário para você, diga-se de passagem), em que além de agregar maior valor ao consumidor, o faz reduzindo o custo simultaneamente.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="474" height="376" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/09/th-3540129384.jpg" alt="gartner hype cycle" class="wp-image-26403" srcset="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/09/th-3540129384.jpg 474w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/09/th-3540129384-300x238.jpg 300w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/09/th-3540129384-768x609.jpg 768w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/09/th-3540129384-600x475.jpg 600w" sizes="(max-width: 474px) 100vw, 474px" /></figure>



<p>Gartner Hype Cycle for Emerging Technologies, 2022</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">A consultoria global com foco em inovação Gartner sumariza anualmente as próximas “grandes ondas” de tecnologia que precisam estar no radar, classificando-as por grau de maturidade no chamado “Gartner Hype Cycle for Emerging Technologies”.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Neste ano, a Gartner mapeou 12 tendências consideradas estratégicas e que devem ser, de alguma forma, matéria-prima para a inovação em praticamente todos os negócios existentes (especialmente no que se refere à sua digitalização).</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Assim como há uma “Curva Gardner” na área de tecnologias pró-digitalização, há também as macro e micro tendências que afetarão o nosso setor gráfico e convertedor, a “<strong>Curva S de Printing, Labels &amp; Packaging”, por assim dizer.</strong></p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Costuma ser relativamente mais difícil capturar antecipadamente tendências de consumo, uma vez que o ato de consumir é algo mais fugaz do que o caminho inexorável em direção ao avanço tecnológico de uma curva Gardner. De qualquer forma, é difícil, mas não impossível.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Sem esta sensibilidade – olhos e ouvidos atentos – inovar só existe na esfera da reação. Alguém demanda, você vai atrás para solucionar aquele problema.</p></blockquote></figure>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Ao nosso ver, aqui chegamos a mais um ponto crítico do processo de inovação: pouca gente está prestando atenção. Clientes que reclamam ou devolvem algo são imediatamente taxados de “chatos e inconvenientes”; mas é precisamente nos inconformados que estão inputs valiosos para a inovação. Afinal, será que não há mais pessoas e empresas inconformadas esperando por um produto ou serviço melhor ou entregue de uma forma mais conveniente?</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background" style="font-style:normal;font-weight:400">Pesquisas de satisfação e opinião, investigação do sentimento do cliente do seu cliente nas redes sociais (reviews, reclamações etc.), entrevistas com integrantes nos mais diversos pontos da cadeia de valor e tantas outras técnicas visam colher estes dados cruciais ao processo de ideação ou recriação.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">O processo de inovação tem técnica, método. Se você é um leitor assíduo da nossa publicação, deve ter visto já quantas páginas foram escritas sobre o tema. Um dos maiores benefícios de se conhecer e aplicar estas metodologias é diminuir ao máximo os vieses cognitivos que nós todos temos e que certamente podem funcionar como cabrestos na hora de conceber ideias originais.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Não menos importante – aliás, seguramente o mais importante de tudo o que falamos até aqui – <em>é que o motor da inovação é a criatividade</em>.</p></blockquote></figure>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Uma empresa que se fecha para o mundo, que não oxigena as ideias com fornecedores, clientes, colaboradores (colaboradores de faixas etárias distintas, nascidos e criados em meio a diferentes culturas, de gêneros e credos também distintos etc.), clientes dos clientes, concorrentes diretos e indiretos dificilmente conseguirá fazer as “conexões improváveis” que resultam nas ideias geniais.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">E, como sempre, acabamos caindo no tema da cultura empresarial. Um ambiente em que as pessoas têm medo de se expor, arriscar-se e dar novas ideias antagoniza com a inovação. Infelizmente, este tipo de ambiente tóxico é bastante comum na indústria gráfica e convertedora, mais interessada em culpabilizar alguém por um erro do que congratular um acerto ou premiar um “acerto surpreendente”.</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Para encerrar, é preciso dizer que no que tange à indústria gráfica e convertedora – todos nós somos também consumidores. Lemos livros, revistas ou jornais, compramos produtos embalados e rotulados, recebemos correspondências e assim por diante.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Isso significa que temos o privilégio de pensar nos produtos impressos que fornecemos criticamente como consumidores, todos os dias. Que boa maneira de inovarmos, não é mesmo?</p></blockquote>



<p style="font-style:normal;font-weight:400">Leia mais em nosso blog:</p>



<p style="font-style:normal;font-weight:400"><a href="https://projetopack.com.br/solucao-3-de-6-para-um-ano-de-crise/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Solução 3 de 6 para um ano de crise</strong></a></p>
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		<title>Solução 3 de 6 para um ano de crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aislan Baer]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 17:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[dissonância cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de gente]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[gestão industrial]]></category>
		<category><![CDATA[heurística]]></category>
		<category><![CDATA[recursos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[treinamento]]></category>
		<category><![CDATA[viés cognitivo]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos tripés da nossa consultoria diz respeito a uma palavra complexa, mas de acepção simples: heurística]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Continuando a nossa pauta especial em que assumimos o compromisso de debater eventuais soluções para mitigar a crise que afeta, dentre outros setores, o nosso ramo gráfico e convertedor, prosseguiremos com o tema da <strong><em>qualidade </em>na <em>tomada de decisão no chão da fábrica</em></strong><em>.</em></p>



<p>Um dos tripés da nossa consultoria aos clientes diz respeito a uma palavra complexa, mas de acepção simples, com raíz etimológica grega: Heurística (de heurískō, “Eu encontrei, descobri”).</p>



<p>Heurística é qualquer abordagem para a resolução de um problema que emprega um método prático que não é garantidamente ótimo, perfeito ou mesmo racional, mas apenas o suficiente para que se possa auferir um resultado minimamente satisfatório em um curto espaço de tempo. Sem análises sofisticadas. Uma gambiarra é um bom exemplo de heurística. O termo em inglês “rule of thumb” (aquele gesto de fazer algo mais ou menos próximo do esperado com o polegar) é outro exemplo, assim como se enquadra também a tentativa e erro.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1200" height="813" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cognitive-bias-examples-1200px.jpg" alt="vieses cognitivos" class="wp-image-22026" srcset="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cognitive-bias-examples-1200px.jpg 1200w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cognitive-bias-examples-1200px-300x203.jpg 300w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cognitive-bias-examples-1200px-600x406.jpg 600w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cognitive-bias-examples-1200px-768x520.jpg 768w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cognitive-bias-examples-1200px-18x12.jpg 18w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></figure>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>A heurística é, portanto, um atalho mental que nos permite lidar com a sobrecarga cognitiva imposta pelo excessivo número de dados e estímulos recebidos no processo de tomada de decisão.</p></blockquote></figure>



<p>Não nos damos conta, mas a quantidade que tomamos de decisões em um dia comum é algo insano. O que vestir, o que comer e beber, quando comer ou beber, o que dizer, o que priorizar, como executar as tarefas e assim por diante. A heurística é até mesmo considerada um <em>mecanismo de defesa biológico</em> – precisamos colocar algumas coisas em piloto automático para preservar as funções cerebrais, afinal.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">Estes atalhos mentais são gradualmente construídos durante as nossas vidas, lapidados por experiências vivenciadas, boas ou ruins e que acabam enviesando o nosso julgamento e a própria disposição para a tomada ou não de riscos.</p>



<p>O estudo da heurística na tomada de decisão humana começou a ser cunhada em meados dos anos 70 e 80, pelos psicólogos <a href="https://epoca.oglobo.globo.com/cultura/helio-gurovitz/noticia/2017/06/amizade-que-mudou-economia-e-o-pensamento.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amos Tversky e Daniel Kahneman</a> (embora o conceito tenha sido introduzido, de fato, pelo laureado com o Nobel Herbert Simon). Muitos psicólogos, cientistas e pesquisadores em diversas áreas contribuíram deveras para o aperfeiçoamento da heurística. Dentre eles <a href="https://www.economiacomportamental.org/nacionais/quem-e-gerd-gigerenzer-entendendo-as-criticas-do-proeminente-psicologo-alemao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gerd Gigerenzer</a> e seu time, que deram vida ao conceito de racionalidade ecológica – <em>que condiciona a racionalidade na tomada de decisão ao meio ambiente onde se encontra o decisor</em>.</p>



<p>O “efeito menos é mais”, por exemplo, é uma heurística que defende que, em muitos casos e dependendo do ambiente, estratégias de decisão que levam em conta um menor número de informações podem produzir julgamentos mais precisos do que as que se utilizam de um número maior de dados.</p>



<p>Bem, então quer dizer que o processo de decisão é algo super complexo, que sofre grande influência do entorno, de nossos sucessos e insucessos passados, da nossa propensão ou não à tomada de risco dentre tantos outros fatores, correto?</p>



<p class="has-vivid-red-color has-text-color">I<em>magine agora quantas decisões diárias tomam os seus impressores, coloristas, auxiliares, líderes, supervisores, clicheristas, preparadores, vendedores e assim por diante? Poderíamos dizer, de uma forma mais extremada, que existe a estratégia da empresa e um vetor resultante da assertividade na tomada de decisões individual dos seus colaboradores (o que inclui o dono, seus fornecedores e clientes), não é mesmo?</em></p>



<p><strong>Há quase duas décadas, aperfeiçoamos a nossa metodologia de consultoria em um tripé de excelência.</strong> E um dos três componentes deste tripé – trinta e três por cento do sucesso – diz respeito à heurística na tomada de decisões no chão da fábrica.</p>



<p>É preciso entender em profundidade o “mapa de vieses e dissonâncias cognitivas dominante” e traçar um plano para desenvolver o pensamento crítico, a criatividade e o inconformismo saudável (aquele que busca a melhoria contínua do estado atual das coisas).</p>



<p>Uma indústria não pode ficar a mercê da tentativa e erro, da gambiarra e da reincidência dos problemas, que nunca são resolvidos em sua causa raíz devido a heurísticas como a de familiaridade (o que deu certo no passado pode ser usado agora, com sucesso), heurística de afeto (as decisões são influenciadas pelas simpatias ou antipatias que uns colaboradores tem pelos outros), heurística da confirmação (todo o esforço se baseia em confirmar uma ideia ou teoria já preestabelecida) e assim sucessivamente.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>O último desafio na tomada de decisões – associado à heurística e com um peso extremamente alto no nosso cotidiano – é o custo de dizer “não sei”.</p></blockquote></figure>



<p>Talvez o medo de não entregar um resultado, de parecer despreparado (a) ou mesmo perder o emprego leva muitos colaboradores a tomarem decisões arriscadas desnecessariamente. Atribuo ao problema o peso de que o ambiente que criamos nas indústrias gráficas e convertedoras nacionais é pesado, com uma cultura nociva de culpabilizar as pessoas ao invés de usar as ocorrências como uma “oportunidade de aprendizagem”.</p>



<p>O custo de dizer não sei e o custo da tomada de decisão enviesada produzem, todos os dias, toneladas e toneladas de aparas, devoluções de clientes, atravessamentos ou interrupções na produção que poderiam ser facilmente negociadas com os clientes, danos aos equipamentos e acessórios, gasto excessivo de consumíveis, desgaste prematuro de ferramental, apontamentos pouco confiáveis, política de preços não aderente ao mercado ou ao custo de fabricação e, claro, prejuízos financeiros que podem levar à falência (como de fato, levam tantas empresas todos os dias).</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background"><em>A única forma de resolver esta situação delicada é capacitar os colaboradores</em>. Uma capacitação que não é apenas técnica, no sentido de diagnosticar causas e determinar soluções definitivas ao cerne do problema. Esta capacitação passa também por desenvolver duas competências essenciais – a criatividade e o pensamento crítico.</p>



<p>Uma vez que a heurística sofre forte influência do meio, precisaremos saneá-lo da mesma forma e de maneira concomitante: sai a cultura da busca por culpados e entra a cultura do “o que podemos aprender a partir deste resultado insatisfatório?”.</p>



<p>A tomada de decisão assertiva, rápida e alinhada com os objetivos estratégicos macro da empresa será cada vez mais não um, mas O FATOR de sobrevivência num mundo fugaz, complexo, volátil, incerto, inseguro e, acima de tudo, ambíguo. Desde a base até o topo da pirâmide.</p>



<p><strong>Leia mais em nosso blog:</strong></p>



<p><a href="https://projetopack.com.br/en/publique-na-projetopack-em-revista-para-suprir-a-reducao-da-atividade-comercial-de-representantes-e-vendedores-durante-a-pandemia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Publique na ProjetoPack em Revista para suprir a redução de atividade comercial dos representantes no pós-pandemia</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A plataforma de gestão para gráficas e convertedoras da e-Productivity</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aislan Baer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2022 13:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[e-productivity]]></category>
		<category><![CDATA[EFI]]></category>
		<category><![CDATA[erp]]></category>
		<category><![CDATA[metrics]]></category>
		<category><![CDATA[mis]]></category>
		<category><![CDATA[pcp]]></category>
		<category><![CDATA[software de gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[É difícil pensar que uma gráfica possa, por exemplo, ter pontos cegos como pós-cálculo e “reporting” (análise de dados gerenciais).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Como consultor de impressão há mais de uma década e meia, tendo conduzido projetos de melhoria industrial em gráficas e convertedoras em 14 países e dos mais variados portes, me deparo a todo instante com toda a sorte de soluções em software de gestão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Existem inúmeras soluções interessantes – empresas globais, locais e pequenas boutiques de software que acabam criando sistemas mais ou menos improvisados em um cliente do setor gráfico e, a partir de então, vão crescendo e adquirindo maior musculatura.</p></blockquote>



<p><strong>A maioria das indústrias do nosso ramo, todavia, ainda está na base da planilha Excel</strong> – o que não é condenável em termos de assertividade (sim, tem muita gente boa e precisa com planilhas e dashboards no Excel), mas que acaba pecando no “consumo de energia física e mental” para compilar toda a informação, que quase sempre leva um tempo precioso num ambiente onde as decisões requerem agilidade.</p>



<p class="has-background" style="background-color:#ffe294">Uma das ferramentas que particularmente gosto é a suíte da <strong><a href="https://eproductivitysoftware.com/pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">e-Productivity Software</a></strong> (ex-EFI Metrics), que se propõe a gerenciar todo o fluxo de trabalho de uma gráfica, literalmente de uma ponta a outra.</p>



<p>É difícil pensar que uma gráfica possa, por exemplo, ter pontos cegos como pós-cálculo e “reporting” (análise de dados gerenciais). A maioria esmagadora das soluções domésticas que vemos hoje na indústria gráfica e convertedora são bastante boas na área de cadastramento dos pedidos, “explosão” dos itens a produzir em uma relação de matérias-primas, gerenciamento do estoque destas matérias-primas, cadastro de parâmetros das máquinas e ferramentais e informação sobre os registros de produção e perdas das ordens de produção emitidas a partir dos pedidos cadastrados.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>A complexidade começa a crescer em áreas mais nevrálgicas como, por exemplo, a roteirização das ordens de produção para as máquinas e processos.</p></blockquote></figure>



<p>Geralmente, há pouca automação nessa seara, demandando uma folha de pessoal inchada no departamento de PCP apenas para pilotar o software que deveria facilitar as coisas; o sequenciamento dos itens por prazo de entrega, racionalização dos setups e características das máquinas – acaba se tornando algo sofrível.</p>



<p>O módulo de orçamentos da maioria dos sistemas também é subutilizado, dada a sua complexa interface – que gera resistência dos vendedores e representantes comerciais quando do seu preenchimento. Um bom módulo de orçamentos precisa de <strong>níveis de agilidade</strong>: um primeiro, mais leve onde se possa assumir premissas ao trabalho para orçar (nem sempre se tem dados sobre a arte, número de cores, passo de impressão etc.). e um segundo, mais pormenorizado, a ser completado quando a conversa comercial avançou, de fato.</p>



<p class="has-background" style="background-color:#ffe294">Empresas estrangeiras que desenvolvem e comercializam softwares de gestão como faz a EFI quase sempre esbarram e se assustam com a complexidade contábil do Brasil. E isso acaba fazendo com que se tenha de integrar uma solução adicional fora da suíte original, para emissão de notas fiscais, relatórios contábeis etc.</p>



<p>A e-Productivity, outrora EFI, anteriormente Metrics e Loguin passou por esta curva de aprendizagem com os sistemas brasileiros que foram sendo gradualmente incorporados, e foi pouco a pouco ajustando a colcha de retalhos original em uma suíte integrada e madura – mas que a meu ver ainda não arranhou a superfície em termos de participação do mercado potencial, ao menos nas áreas de embalagens flexíveis, rótulos e etiquetas do país.</p>



<p>Esperamos que, com a possibilidade de mostrar tecnicamente os benefícios econômicos de cada módulo que compõe a sua solução nas páginas da nossa revista, mais e mais gráficas e convertedoras possam considerar a e-Productivity uma opção sólida para alicerçar o seu crescimento financeiro e operacional. Vamos torcer.</p>



<p><strong>Leia mais em nosso blog:</strong></p>



<p><a href="https://projetopack.com.br/en/tendencias-desafios-e-tecnologias-para-industria-de-rotulos-e-etiquetas-discutidas-de-forma-profissional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tendências, desafios e tecnologias para a indústria de rótulos e etiquetas</a></p>
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		<title>Existe vida inteligente fora do REFIS?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Projeto Pack Consultoria e Treinamento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Apr 2022 17:04:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[ativos financeiros]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[dívida fiscal]]></category>
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		<category><![CDATA[tributos]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo recurso para pagamento de impostos vencidos e vincendos sem entrar no REFIS]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Das milhares de <strong>Indústrias Gráficas e Convertedoras</strong> em operação no País atualmente, um percentual bastante relevante possui pendências tributárias em âmbito federal, que estão sendo pagas, via <a href="https://www.poder360.com.br/congresso/congresso-derruba-veto-ao-refis-de-pequenas-empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">REFIS</a> e certamente todas estão pagando os seus tributos federais vincendos com alguma dificuldade, devido a excessiva e complicada carga tributária federal, incluindo aqui o <strong>INSS Patronal</strong>, incidente sobre a <strong>Folha de Pagamento</strong> de seus funcionários.</p>



<p>Tais dívidas vencidas e vincendas perenes não apenas elevam o custo financeiro de sua operação industrial / comercial e, por conseguinte, corroem as margens já acirradas das empresas, e colateralmente criam uma paralisia imensurável, refletida por exemplo na restrição de crédito junto aos fornecedores e ao Mercado Financeiro, a inaptidão para participar de certos leilões (&#8220;bids&#8221;) de clientes e a própria desqualificação da empresa como opção de companhias que tem uma área de gestão de risco mais madura.</p>



<p>Uma solução comum encontrada pela maioria das Indústrias Gráficas e Convertedoras chama-se REFIS (Programa de Recuperação Fiscal), que de tempos em tempos permite a renegociação em até 120 meses, com redução de multas, juros e honorários advocatícios, desde que a adesão seja feita dentro do período de participação no Programa Governamental, conforme Planilha abaixo:</p>



<p><strong>PERCENTUAL DE REDUÇÃO SOBRE MULTA/JUROS E QUANTIDADE DE PARCELAS PARA PAGAMENTO</strong></p>



<p class="has-text-align-center">95% &#8211; A VISTA OU ATÉ 5 PARCELAS</p>



<p class="has-text-align-center">90% &#8211; DE 6 A 12 PARCELAS</p>



<p class="has-text-align-center">80% &#8211; DE 13 A 24 PARCELAS</p>



<p class="has-text-align-center">70% &#8211; DE 25 A 36 PARCELAS</p>



<p class="has-text-align-center">60% &#8211; DE 37 A 48 PARCELAS</p>



<p class="has-text-align-center">55% &#8211; DE 49 A 60 PARCELAS</p>



<p class="has-text-align-center">50% &#8211; DE 61 A 120 PARCELAS</p>



<p>Como tudo nessa vida, há sempre prós e contras. As condições mais tentadoras, na verdade, requerem pagamento à vista ou são falsas promessas que não se realizam ou se revertem contra quem tentou efetuar o pagamento de forma heterodoxa. E, em boa parte dos casos, essa disponibilidade de recursos para quitação não é comum. </p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Por este motivo, muitos entrantes na modalidade acabam subsistindo, de REFIS em REFIS.</p></blockquote></figure>



<p>Outra problemática diz respeito às dívidas ainda não inscritas na Receita Federal como Ativas e, portanto, não migraram como débitos para a responsabilidade de cobrança da <a href="https://www.gov.br/pgfn/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PGFN</a>. Isso significa que, mesmo com o contribuinte transacionando seus débitos junto à PGFN, caso haja débitos em sua conta-corrente no sistema da Receita, não será possível a obtenção da famigerada Certidão de Regularidade Fiscal (ou CND), ou seja: Voltamos à estaca zero!</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-background" style="background-color:#fff7a5">Há uma outra alternativa, menos conhecida das Empresas. O uso de &#8220;<strong><a href="https://www.remessaonline.com.br/blog/ativos-financeiros-o-que-sao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ativos Financeiros</a></strong>&#8221; &#8211; Créditos Financeiros Federais Eletrônicos, recebidos a título de horários por trabalhos realizados por Empresas Especializadas a Governos de vários Estados e que têm característica alimentar. São de responsabilidade direta de administração da <a href="https://www.gov.br/tesouronacional/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">STN</a> &#8211; Secretaria do Tesouro Nacional.</p>



<p>Por se tratar de Créditos Financeiros Federais &#8211; <strong><u>e NÃO Créditos Tributários</u></strong> &#8211; podem ser cedidos ou transferidos a Terceiros (residindo aí uma das grandes diferenças com respeito aos Créditos Tributários, que só podem ser utilizados pela Empresa que os gerou, seja pelo pagamento a maior de dívidas / impostos ou adquiridos mediante Ação Judicial em que tenha sido parte).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Cerca de 97,2% destes ativos financeiros geridos pela STN pertencem ao próprio Governo Federal, bem como aos Estados, Municípios, Autarquias e outros Órgãos da Administração Direta e Indireta.</p></blockquote>



<p>Os 2,8% restantes pertencem a Empresas dos mais variados segmentos, tais como Bancos Privados, Fundos de Investimento ligados à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), &#8220;Family Offices&#8221; e Grandes Grupos Empresariais Nacionais e Estrangeiros, Listados os não na Bolsa de Valores (B3).</p>



<p>A <strong>ProjetoPack</strong>, em parceria com uma destas Empresas &#8211; que detém hoje 1,5% de todo o Crédito Financeiro Federal disponível no Mercado Privado de Títulos de responsabilidade direta da STN e possuem classificação de risco AA+ (auditado pela KPMG) &#8211; passa a assessorar seus clientes (exclusivamente nos setores gráfico e convertedor) em como acessar uma parcela destes recursos para saldar as dívidas junto à PGFN, RFB, INSS e demais Órgãos da União, bem como e principalmente para aquelas empresas que estão pagando em dia os seus Tributos Federais (todos), com um deságio da ordem de 10% a 15%, o que garante um benefício econômico de 10% a 15% da carga tributária federal anual total de uma empresa, bem como um aumento de sua rentabilidade e valor de mercado, assim como um menor risco de crédito, para aquelas empresas que precisam captar dinheiro no Mercado Financeiro e de Capitais para fazerem rodar as suas operações ou mesmo expandi-las!</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Se a sua <strong>Indústria Gráfica ou Convertedora</strong> tem tributos federais vencidos e/ou tributos federais mensais vincendos superiores a R$ 1,0 Milhão/mês, faça uma consulta sem compromisso sobre a esta operação, que sempre deverá ser homologada pela PGFN, a fim de garantir o seu uso lícito.</p></blockquote></figure>



<p><strong>Leia mais em nosso blog:</strong></p>



<p><a href="https://projetopack.com.br/en/corona-a-crise-economica-e-as-possiveis-solucoes-a-industria-de-embalagens-e-rotulos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Corona, a crise econômica e as possíveis soluções à indústria de embalagens e rótulos</a></p>
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		<title>ExpoPrint 2022: valeu a pena?</title>
		<link>https://projetopack.com.br/expoprint-2022-valeu-a-pena/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Aislan Baer]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Apr 2022 03:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[converexpo]]></category>
		<category><![CDATA[expoprint]]></category>
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					<description><![CDATA[A ExpoPrint 2022 veio quebrar o jejum de eventos gráficos em âmbito nacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Bem, antes de mais nada &#8211; o bom e velho &#8220;disclaimer&#8221; (ressalva, no bom português): todos nós ansiavam pelo retorno dos eventos presenciais, depois de tanto tempo afastados pela pandemia da Covid-19. <em>E, portanto, havia muita energia nos corredores do evento, com abraços, apertos de mão acalorados entre velhos amigos que não se viam desde 2019, período em que eventos simplesmente minguaram.</em></p>



<p>Como todo evento, há os que amam e outros, nem tanto. Ainda pela manhã, postei no LinkedIn uma enquete simples, perguntando aos meus contatos que foram ao evento:</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="531" height="249" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Imagem1.jpg" alt="pesquisa expoprint 2022" class="wp-image-19704" srcset="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Imagem1.jpg 531w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Imagem1-300x141.jpg 300w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Imagem1-768x360.jpg 768w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/04/Imagem1-600x281.jpg 600w" sizes="(max-width: 531px) 100vw, 531px" /></figure>



<p>Me parece que, ao menos por ora, a opinião dos respondentes é bastante similar à minha: a <a href="https://www.expoprint.com.br/pt" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Expoprint</a> foi boa como um aquecimento dos tamborins depois da geladeira dos eventos, mas não foi pujante, sob o prisma do visitante que vos fala, com respeito ao tamanho, às inovações e a própria experiência: <em>talvez a heterogeneidade dos setores que tentativamente buscou-se cobrir acabara criando um evento que era “vasto como um oceano, mas com um palmo de profundidade”.</em></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="810" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-09-at-10.07.50.jpeg" alt="expoprint 2022" class="wp-image-19705" srcset="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-09-at-10.07.50.jpeg 1080w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-09-at-10.07.50-300x225.jpeg 300w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-09-at-10.07.50-600x450.jpeg 600w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-09-at-10.07.50-768x576.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></figure>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">Um bom exemplo é a <strong>ConverExpo</strong>, com estandes que efetivamente não arranham a superfície do setor de conversão de embalagens e rótulos (e o principal ramo gráfico em crescimento na atualidade), assim como o fazem a Feiplastic (agora <a href="https://www.feirainovaplastic.com.br/pt-br.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inovaplastic</a>), <a href="https://flexoelabels.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Flexo&amp;Labels</a> e a própria <a href="https://www.interplast.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Interplast</a>, que ocorria na mesma semana da ExpoPrint.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Ainda assim, alguns expoentes como a gigante DuPont, Laserflex, MarkAndy, Reinaflex e uma miríade de fabricantes de tintas com portfólios abrangentes o suficiente para cobrir o público central da exposição – gráficas offset e de comunicação visual – puderam trazer um vislumbre aos visitantes de que residem oportunidades de negócios interessantes no lado da conversão.</p></blockquote></figure>



<p>Mas, honestamente, eu saí preocupado. Conversei com mais dois gerentes da empresa que estiveram, em dias distintos, visitando o evento – e a impressão foi equânime: o evento estava razoavelmente bem frequentado, tinha bons expositores, mas apresentou algo “um tanto morno”. Seria uma fotografia fidedigna da indústria gráfica atual ou, de fato, o formato das feiras presenciais genéricas deve gradualmente mudar para eventos menores e de nicho (Ou algo híbrido)? </p>



<p>Não sabemos, mas a feira de maio deve dar uma boa pista para todos nós. E você, o que achou da feira? Compartilha com a gente a tua análise e opinião sobre o futuro dos eventos gráficos no Brasil e no mundo!</p>



<p>Post Scriptum importante: respondendo à pergunta do título, valeu a pena rever os amigos!</p>



<p><strong>Lei</strong>a <strong>mais em nosso blog:</strong></p>



<p><a href="https://projetopack.com.br/en/novidades-da-kodak-na-expoprint/">Novidades da Kodak na ExpoPrint</a></p>
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		<item>
		<title>Por que uma alta no consumo não significa &#8220;necessariamente&#8221;​ em aumento na venda de embalagens e rótulos?</title>
		<link>https://projetopack.com.br/por-que-uma-alta-no-consumo-nao-significa-necessariamente%e2%80%8b-em-aumento-na-venda-de-embalagens-e-rotulos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Aislan Baer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Mar 2022 04:01:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria de embalagens]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
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					<description><![CDATA[Há momentos em que os consumidores simplesmente não compram a sua atrativa oferta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma boa parcela dos nossos clientes, colegas de profissão e seguidores no LinkedIn são indústrias de bens de giro rápido &#8211; alimentícias, de bebidas, cosméticos, fármacos, cuidados com o lar, cuidados pessoais, medicamentos OTC e tantos outros. O que inglês chamamos de indústrias FMCG ou CPG (Fast Moving Consumer Goods ou Consumer Packaged Goods).</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">Muitas destas empresas dedicam a maior parte do seu tempo e verbas em ações publicitárias e de marketing, no intuito de construir ou manter marcas de sucesso e preservar ou aumentar sua participação no mercado (ou mesmo melhorar a percepção dos consumidores acerca da sua marca e produtos).</p>



<p>Estranhamente, mesmo a despeito de grande investimento em propaganda, disponibilidade dos seus produtos nos diversos canais de vendas, preços competitivos e um bom monitoramento dos números, há momentos em que os consumidores simplesmente não compram a sua atrativa oferta.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>É um triste fato o de que, não importa quanto os consumidores amem seu produto ou marca, ninguém vai comprar nada se não tiver condições para tal.</p></blockquote></figure>



<p>Entenda-se por condições o dinheiro ou crédito para comprar algo. Ter dinheiro para comprar seu produto implica, basicamente, em:</p>



<ul class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background wp-block-list"><li><strong>Gerar renda recorrente para ter um fluxo de receita que, dentre outros efeitos, sustente o seu consumo e de sua família</strong> (para o cidadão médio, estamos falando de ter um emprego remunerado, portanto);</li><li><strong>Ter um nível de endividamento baixo o suficiente para acessar crédito para consumir </strong>(alguém com o nome no SPC / Serasa, por exemplo, ou lutando para pagar o cheque especial terá dificuldades nessa seara);</li><li><strong>Ter um poder de compra real e compatível com a erosão ocasionada pela inflação</strong>, quer seja de origem monetária (impressão de dinheiro pelo governo), psicológica (agentes ajustando preços em resposta à expectativa de ajuste por parte de outros agentes econômicos) ou real (assimetrias entre a oferta e a demanda de bens e serviços).</li></ul>



<p>Isso significa que &#8211; seja você a empresa de bens de consumo ou um fornecedor de embalagens e rótulos para este mercado &#8211; certos indicadores econômicos são tremendamente importantes de se acompanhar.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Índice de desemprego:</strong> há alguma concordância nas fontes de que o Brasil possui atualmente <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/01/28/desemprego-ficou-em-116percent-em-novembro-mostra-ibge.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">algo ao redor de 12 milhões de desempregados</a> (aproximadamente 11% da força total de trabalho, segundo o IBGE). Menos assalariados, menor também o consumo;</li><li><strong>Renda média do trabalho:</strong> embora estejamos recuperando postos de trabalho perdidos ao longo da fase crítica da pandemia, o rendimento real habitual <a href="https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2021/11/4964566-renda-do-brasileiro-e-a-menor-em-8-anos-aponta-ibge.html">caiu aos menores patamares</a> de toda a série histórica do IBGE &#8211; algo por volta de R$ 2.587,00 &#8211; em parte fruto do aumento de brasileiros na informalidade (que atingiu recorde de 38,9 milhões em 2021). Parte da renda foi ainda comprometida pelo maior grau de absenteísmo no núcleo familiar (Covid-19 e problemas de saúde pós-Covid, por exemplo);</li><li><strong>Endividamento das famílias: </strong>o endividamento das famílias brasileiras <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/business/endividamento-das-familias-bate-recorde-em-2021-aponta-cnc/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bateu novo recorde em 2021</a>, com uma média de 70,9% (um acréscimo de 4,4 pontos percentuais e o maior aumento registrado nos últimos 11 anos, quando começou a série histórica). Famílias endividadas têm menos propensão &#8211; voluntária ou por restrições creditícias &#8211; de fazer novos gastos. O hábito de compra também se modifica;</li><li><strong>Composição do endividamento das famílias:</strong> esmiuçando um pouco o que as famílias brasileiras estão devendo (para quem), vemos o cartão de crédito com participação de 82,6% em 2021 e subindo (alta de 34% em relação ao ano anterior) &#8211; um credor perigoso em virtude do peso dos juros na rolagem da dívida;</li><li><strong>Índice de poupança das famílias:</strong> em 2020, pesquisas realizadas pela Ambima e Datafolha indicaram que mais de 55% dos entrevistados não guardaram nenhum dinheiro durante todo o ano e não tinham reservas de anos anteriores &#8211; com a prevalência da classe C, que correspondeu a 74% dos não poupadores. Além da cultura nacional adversa à poupança de recursos, restrições orçamentárias, salários baixos, desemprego ou falta de emprego fixo foram alguns dos fatores contribuintes e que também impactam no consumo do dia-a-dia;</li></ul>



<p><strong>Mas é inegável a importância e o grau de participação destes fatores naquilo que o consumidor coloca no seu carrinho de compras físico ou virtual </strong>(aliás, o preço da gasolina é outro fator, uma vez que boa parte dos consumidores ainda realiza &#8220;compras do mês&#8221; para buscar alguma economia de escala e acaba gastando combustível no processo).</p>



<figure class="wp-block-pullquote" id="h-em-2021-tivemos-um-desaquecimento-da-industria-de-embalagens-flexiveis-e-rotulos-diferente-onde-nao-havia-oferta-materias-primas-em-falta-mas-alguma-demanda-agora-temos-a-chamada-tempestade-perfeita-nova-iminente-escassez-de-materias-primas-baixa-demanda-e-inflacao-oremos"><blockquote><p>Em 2021, tivemos um desaquecimento da indústria de embalagens flexíveis e rótulos diferente &#8211; onde não havia oferta (matérias-primas em falta), mas alguma demanda. Agora temos a chamada tempestade perfeita: nova iminente escassez de matérias-primas, baixa demanda e inflação. Oremos.</p></blockquote></figure>



<p><strong>Leia mais em nosso blog:</strong></p>



<p><a href="https://projetopack.com.br/en/tendencias-de-embalagem-o-futuro-e-agora/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tendências de embalagem: o futuro é agora!</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Combustível nas alturas favorece a embalagem flexível?</title>
		<link>https://projetopack.com.br/combustivel-nas-alturas-favorece-a-embalagem-flexivel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Aislan Baer]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Mar 2022 16:05:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[combustível]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[putin]]></category>
		<category><![CDATA[rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[Aumento dos combustíveis é uma oportunidade de médio prazo para a embalagem flexível]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É inegável: esta loucura de Putin trará um sabor amargo aos convertedores de embalagens flexíveis e rótulos, no que concerne ao aumento gradual das resinas termoplásticas. Plástico mais caro significa uma erosão ainda maior das margens, ao menos num primeiro momento enquanto dura o processo de repasse aos clientes, os donos das marcas.</p>



<p>Mas esta conclusão sobre os inexoráveis aumentos de matérias-primas vindouros e a dificuldade em negociar com os clientes (muito disso em virtude dos concorrentes que represam os aumentos por medo de perder o cliente, ou por estratégia comercial mesmo) são obviedades que não merecem que desperdicemos tempo debatendo por aqui.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>O interessante é tentarmos enxergar além e, de preferência, com algum otimismo.</p></blockquote></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1120" height="910" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/03/general.jpg" alt="crise do petróleo em 1973" class="wp-image-18802" srcset="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/03/general.jpg 1120w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/03/general-300x244.jpg 300w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/03/general-600x487.jpg 600w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/03/general-768x624.jpg 768w" sizes="(max-width: 1120px) 100vw, 1120px" /><figcaption>Leon Mill usa um spray num cartaz no posto de combustível 66, nos EUA, informando que não havia combustível durante a crise do petróleo em 1973</figcaption></figure>



<p>Um aumento nos preços dos combustíveis sempre traz consigo um impacto devastador nas empresas de transportes e na cadeia logística como um todo. E estes preços &#8211; podem ter certeza &#8211; são, cedo ou tarde, repassados ao consumidor final. Tudo isso corrobora para uma série de considerações dos donos das marcas, acerca de estratégias para, pelo menos, reduzir um pouco o impacto econômico de suas mercadorias logisticamente inflacionadas.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background"><strong>Uma destas estratégias é a de unitizar melhor as cargas.</strong> Transportar mais, por menos. Quando se trata de embalagens, implica em entregar um maior número de unidades a cada despacho, preferencialmente com menor peso &#8211; de forma a reduzir a relação combustível por unidade de embalagem transportada.</p>



<p>E, vejam só, advinha qual a solução de embalagem que mais favorece esta lógica?</p>



<p>Acertou quem pensou nas embalagens flexíveis. Em momentos de alta de combustíveis, &#8220;transportar vento&#8221; &#8211; na forma de frascos plásticos soprados ou injetados &#8211; começa a incomodar um pouco mais. Transportar peso demais, na forma de garrafas de vidro ou latas metálicas, é também algo sob judice.</p>



<p>A maioria das grandes conversões de SKU&#8217;s de embalagens rígidas e semi-rígidas para soluções equivalentes em flexíveis veio, coincidência ou não, após uma alta de preços histórica que impactou a cadeia logística (ou, não menos importante, em situação de escassez de uma determinada matéria-prima).</p>



<p>A crise global do petróleo, deflagrada em meados dos anos 70 adveio do embargo dos países árabes da OPEC aos Estados Unidos, em resposta ao apoio norte-americano à Israel na <a href="https://brasilescola.uol.com.br/guerras/guerra-yom-kippur.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guerra de Yom Kippur</a>. Pouco tempo antes, surgia na França (um dos países que viria a ser mais impactado pela crise do petróleo) a solução <strong>Stand-Up Pouch</strong>, que pouparia um valor inestimável de combustível no transporte de produtos alimentícios.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Coincidência? Talvez não.</p></blockquote></figure>



<p>Grandes cases da indústria nacional como a inserção de molho de tomate da lata ou vidro para o SUP e a estreia dos refis de produtos saponáceos veio, mais ou menos concomitante, à escassez e alta no preço dos combustíveis.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background" id="h-portanto-se-voce-e-um-convertedor-sugiro-que-tente-manter-a-calma-e-pense-um-pouco-mais-estrategicamente-e-uma-boa-oportunidade-de-propor-solucoes-que-reduzam-o-custo-do-frete-unitario-por-unidade-de-embalagem-aos-seus-clientes">Portanto, se você é um convertedor, sugiro que tente manter a calma e pense um pouco mais estrategicamente: é uma boa oportunidade de propor soluções que reduzam o custo do frete unitário por unidade de embalagem aos seus clientes.</p>



<p>Em suma, boa hora para fazer o pessoal de PD&amp;I trabalhar redobrado. Boa sorte!</p>



<p><strong>Leia mais em nosso blog:</strong></p>



<p><a href="https://projetopack.com.br/o-que-a-aquisicao-da-scholle-ipn-pela-sig-combibloc-de-fato-significa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que significa a aquisição da Scholle IPN pela Sig Combibloc?</a></p>
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		<item>
		<title>Apertem os cintos: o liner sumiu!</title>
		<link>https://projetopack.com.br/apertem-os-cintos-o-liner-sumiu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Aislan Baer]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2022 18:11:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[glassine]]></category>
		<category><![CDATA[rótulos e etiquetas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Europa tem sido a região mais afetada com a falta do material, uma vez que UPM ainda não conseguiu lidar com a greve dos seus operários.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Tenho visto muitos clientes e amigos do setor de rótulos e etiquetas adesivas bravos (com razão), preocupados e confusos com as últimas cartas de aumento enviadas por fornecedores de autoadesivo (laminadores), no que tange especificamente à &#8220;greve que está impactando no fornecimento do papel glassine para liner e outros papéis para rótulos e embalagens).</p>



<p>A Europa tem sido a região mais afetada com a falta do material, uma vez que a gigante multinacional de celulose e papel <a href="https://www.upm.com/">UPM</a> ainda não conseguiu lidar com a greve dos seus operários, iniciada em meados de primeiro de janeiro. Espera-se que a solução tenha um desfecho até o dia 12 de março.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>A greve, por sua vez, teve como estopim a tentativa da UPM em romper acordos de negociação coletiva com trabalhadores e sindicatos estabelecidos desde longa data.</p></blockquote></figure>



<p>A paralisação, acredita-se, está gerando um custo à UPM de pelo menos 20 milhões de euros a cada semana, empurrando a companhia cada vez mais para uma ruptura de contratos de volume garantido de fornecimento e piorando o problema.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="630" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/02/eb54bc916a6952a887494a22dc1054bd.jpg" alt="fábrica da upm na finlândia" class="wp-image-18331" srcset="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/02/eb54bc916a6952a887494a22dc1054bd.jpg 1200w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/02/eb54bc916a6952a887494a22dc1054bd-300x158.jpg 300w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/02/eb54bc916a6952a887494a22dc1054bd-600x315.jpg 600w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/02/eb54bc916a6952a887494a22dc1054bd-768x403.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></figure>



<p>A UPM escreveu um memorando a alguns de seus clientes alertando a sua incapacidade de cumprir as demandas e alegando motivo de força maior, algo que juridicamente reduziria a responsabilidade legal na quebra dos contratos (por exemplo, em virtude de catástrofes ou fatores exógenos e inevitáveis como a própria pandemia da Covid-19).</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">Os sindicatos, obviamente, estão forçando os clientes a rejeitarem a alegação, colocando a empresa em um impasse. A corte de justiça europeia determinou em 2021 que a medida de força maior não seria aplicável em casos como este.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="620" height="413" src="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/02/image.jpg" alt="trabalhadores sindicalizados da upm em greve na finlândia" class="wp-image-18330" srcset="https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/02/image.jpg 620w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/02/image-300x200.jpg 300w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/02/image-600x399.jpg 600w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/02/image-768x511.jpg 768w, https://projetopack.com.br/wp-content/uploads/2022/02/image-18x12.jpg 18w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></figure>



<p>Os sindicatos alegam ainda que esmorecer agora enfraqueceria a sua posição no futuro, deixando inúmeros trabalhadores sem representação. Os trabalhadores da UPM são representados pela <a href="https://www.paperiliitto.fi/">Paperiliitto</a> (Sindicato dos Papeleiros) e <a href="https://proliitto.fi/fi">Ammattiliitto Pro</a> (Sindicato do Colarinho Branco), na Finlândia.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-preco-do-papel-disparou-por-la-impactando-o-autoadesivo-por-aqui-uma-vez-que-no-brasil-a-bem-da-verdade-em-quase-nenhum-lugar-do-mundo-os-laminadores-sao-montadores-comprando-peliculas-como-o-polipropileno-bopp-poliester-e-papeis-variados-adesivos-e-silicones-e-acoplando-os-em-substratos-autoadesivos-para-venda-boa-hora-para-o-pessoal-do-liner-pet-hein">O preço do papel disparou por lá, impactando o autoadesivo por aqui, uma vez que no Brasil (a bem da verdade, em quase nenhum lugar do mundo), os laminadores são montadores &#8211; comprando películas como o Polipropileno, BOPP, Poliéster e papéis variados, adesivos e silicones e acoplando-os em substratos autoadesivos para venda (boa hora para o pessoal do liner PET, hein?).</h3>



<p>Associações de Etiquetas e Rótulos em todo o mundo têm se pronunciado duramente sobre os aumentos e cobrado uma resposta dos laminadores (que honestamente, ao menos nesta questão não terão) e da cadeia para a solução do impasse.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>A própria <a href="https://www.finat.com/">FINAT</a>, cuja participação de mercado dos associados somada representa mais de 75% do mercado de rótulos e etiquetas adesivas do continente europeu redigiu carta esta semana, cobrando das autoridades um envolvimento para arbitrar e dar fim ao conflito.</p></blockquote></figure>



<p>Tudo leva a crer que as primeiras duas semanas de março podem ser a data limite deste impasse. O que pouco têm se falado é quanto tempo durará para colocar a casa em ordem, religar as máquinas, repor os estoques e seguir a vida normalmente. Assim como também não escutei ainda, na fila dos atrasos, em que lugar está o material que virá para cá. Certamente não deve ser a <strong>prioridade um</strong>. Vamos torcer&#8230;</p>



<p><strong>Leia mais em nosso blog:</strong><br><a href="https://projetopack.com.br/en/estamos-ou-nao-lendo-mais-durante-a-pandemia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estamos ou não lendo mais durante a pandemia?</a></p>
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		<title>Solução 1 de 6 para um ano de crise</title>
		<link>https://projetopack.com.br/solucao-1-de-6-para-um-ano-de-crise/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Aislan Baer]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Feb 2022 13:16:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[embalagens]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagens flexíveis]]></category>
		<category><![CDATA[impressão]]></category>
		<category><![CDATA[indústria brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[ProjetoPack]]></category>
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					<description><![CDATA[Em geral, as indústrias gráficas e convertedoras, em virtude da sua cultura de origem (artes gráficas) e das características do negócio são bem pouco produtivas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No fim de 2021, pensando na pauta deste ano, nos comprometemos em debater eventuais soluções para dirimir a crise que, como qualquer outro setor da economia, têm impactos negativos profundos também nas indústrias gráficas e de embalagens brasileiras.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Uma das possíveis respostas é focar-se como nunca na produtividade. Em geral, as indústrias gráficas e convertedoras, em virtude da sua cultura de origem (artes gráficas) e das características do negócio (personalizado, fabricação sobre demanda e com grande componente de serviços) são bem pouco produtivas.</p></blockquote></figure>



<p>Em quase 20 anos de consultoria técnica para incremento da produtividade na impressão – o departamento “gargalo” mais corriqueiro das gráficas – podemos afirmar categoricamente que encontrar uma indústria com uma <a href="https://www.oee.com.br/o-que-e-oee/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Eficiência Global do Equipamento (OEE)</a> acima de 30% no Brasil é bem raro.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C4D12AQGKozUcW8tO6Q/article-inline_image-shrink_1500_2232/0/1644409918345?e=1649894400&amp;v=beta&amp;t=_0PC1O1hRemFDn4OqunYHHRA48fWiQTAdr8zMZgYZM4" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem"/></figure>



<p>Isso significa que, em média, <strong>quando uma impressora sequer superou um terço da sua capacidade nominal, o empresário é levado a adquirir uma nova, para seguir atendendo a demanda que chega</strong>. Ou seja, onde você enxerga três impressoras rodando, é bem provável que uma ou duas dariam conta do recado, se os níveis de produtividade fossem elevados a um novo patamar.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">Uma nova impressora rodando carrega consigo custos que, nem sempre, são proporcionais aos ganhos que ela gera. Um exemplo simples e até comum é que a equipe de apoio pode carecer de uma ampliação, para que possa lidar com os três a cinco acertos (setups) em média “a mais” por turno, que a impressora possivelmente fará.</p>



<p>Novos coloristas, auxiliares, montadores, manutencistas, movimentadores de material e programadores acabarão por engordar a folha de pagamentos e, no entanto, ainda se corre o risco de que tenham certa ociosidade, até que mais carga ou novos equipamentos possam balancear a demanda por serviços.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Em contrapartida, muitos empresários (a maioria deles) vão represar os investimentos em novas contratações assim que a nova impressora chegar, limitando-se à tripulação do equipamento.</p></blockquote></figure>



<p>O efeito, neste caso, é que as áreas de suporte deverão multiplicar seus esforços para atender ao crescimento do parque industrial, podendo criar letargia no processo – acertos mais demorados e um aumento expressivo de apontamentos do tipo “aguardando colorista” ou “aguardando colagem”.</p>



<p>Costumamos dizer que, em termos de produtividade, a efetividade total global da área de impressão (do inglês <a href="https://www.oee.com.br/ferramenta/teep-total-effectiveness-equipment-performance/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TEEP, Total Effectiveness Equipment Performance) assume basicamente três perfis distintos:</a></p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8211; Empresas que pendem mais para uma <strong>disponibilidade</strong> (tempo disponível para produzir) ruim, por conta geralmente de excessivas paradas por quebra e manutenção corretiva dos equipamentos (máquinas velhas e/ou em mau estado de conservação) e tempos de acerto morosos;</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8211; Empresas que pendem mais para uma <strong>performance</strong> (velocidade de virando) ruim, por conta geralmente de problemas com a qualidade de matérias-primas e ferramentais em uso, baixa qualificação dos operadores, lotes muito pequenos e/ou uma carteira muito heterogênea de produtos;</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">&#8211; Empresas que pendem mais para uma <strong>qualidade</strong> (produtos em conformidade com as especificações do cliente) ruim, por conta de problemas como a baixa qualificação dos operadores, desalinhamento de informações entre a área de qualidade, o setor comercial e a fábrica, uma análise crítica inexistente ou ineficaz e/ou pouca presença da liderança no “pé da máquina”.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-cada-linha-de-produ-o-ter-uma-inclina-o-a-um-destes-tr-s-perfis-e-no-final-das-contas-o-setor-ou-processo-em-quest-o-acaba-sendo-o-vetor-resultante-disso-tudo">Cada linha de produção terá uma inclinação a um destes três perfis e, no final das contas, o setor ou processo em questão acaba sendo o vetor resultante disso tudo.</h3>



<p>É impossível fazer um trabalho sério e de resultados no âmbito da produtividade – especialmente numa atividade tão naturalmente complexa quanto a impressão – sem ter um diagnóstico claro destes perfis por máquina, turno e família de produto.</p>



<p>Este é o primeiro grande desafio das indústrias gráficas e convertedoras. <a href="https://projetopack.com.br/diagnostico/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Diagnosticar com precisão</a> exige um processo de apontamentos de produção e perdas assertivo. Pouquíssimos tem um apontamento confiável.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Nossa experiência na consultoria nos mostra que o cerne do problema não é “tecnologia e sistemas”, mas cultura e disciplina.</p></blockquote></figure>



<p><em>Na cabeça da maioria dos operadores, há um conflito entre produzir e apontar</em>. As atividades não são vistas como intrinsecamente conectadas ou mesmo indissociáveis. E a razão disso é porque a supervisão jamais explica adequadamente que os dados gerados são a melhor ferramenta disponível para atenuar o esforço físico e mental deles mesmos cotidianamente.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C4D12AQFnn9jSfLn9tQ/article-inline_image-shrink_1500_2232/0/1644410080310?e=1649894400&amp;v=beta&amp;t=Z3c-giK8g0j3jIAHI0fK5V_Af0OmLwAtaDJN4PHnbv4" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem"/></figure>



<p><strong>Um setup demorado, para a maioria dos operadores e auxiliares, é um fardo.</strong> Um problema aparentemente insolúvel, que gera uma parada de máquina de horas, com sucessivas tentativas e erros e um volume estrondoso de aparas não é bom para ninguém. Os operadores sabem que estes eventos minam a sua reputação profissional no ambiente de trabalho, colocando o emprego à prova. Assim como sabem que manter um emprego bom e uma carreira sólida é literalmente uma dança das cadeiras.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">Com os dados gerados nos apontamentos, desde que empregados bons métodos (ferramentas da Produção Enxuta e de Análise e Solução de Problemas), é possível poupar tempo e esforço valiosos e tecer estratégias para maximizar a produtividade.</p>



<p>Exemplificando de uma forma mais simples, aquele trabalho de repetição que se perde toda vez uma manhã para atingir a cor do padrão trocando e destrocando anilox poderia ser evitado, ao se avaliar no Pareto dos apontamentos de parada daquele equipamento que o “tempo de acerto de cor” vem piorando sistematicamente nos últimos meses em todos os trabalhos que usam um determinado conjunto de anilox, indicando um eventual desgaste ou entupimento dos alvéolos que requer maior atenção.</p>



<p>Sem os referidos dados e análises, o impressor, o auxiliar e o colorista continuarão despendendo sucessivas horas trocando e destrocando anilox, substituindo as tintas por outros lotes ou mesmo adicionando pastas, quando não regravando clichês e os remontando com outras fitas adesivas dupla-face, sem sucesso.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>Em sistemas de impressão mais complexos (isto é, com um maior número de variáveis), como é o caso da flexografia e da offset, produzir sem dados é trabalhar no escuro.</em></p></blockquote>



<p>Apontamentos confiáveis ainda não são o bastante. Talvez, o mais difícil e demorado seja implantar uma cultura “liderada pelo operador” (operator-led culture). Isso quer dizer que a relação do operador com a sua máquina deve evoluir para algo como o “gestor da linha”. Ele passaria, portanto, a se auto gerenciar em nível operacional (condução do equipamento) e também no nível tático (avaliação conjunta com o departamento de manutenção e áreas de apoio para reduzir ou eliminar barreiras ou restrições à produtividade da sua linha, executando desde a análise técnica até o plano para a sua implementação).</p>



<p>&#8211; Por que é tão difícil fomentar uma cultura como essa na indústria gráfica e convertedora?</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">Primeiramente, porque o setor de recursos humanos não atua de forma estratégica. Não se despende tempo e atenção em processos-chave como o desenvolvimento profissional dos colaboradores (treinamentos e mentoria), atração e retenção de talentos e melhora do clima organizacional.</p>



<p>Somado à deterioração dos salários no setor gráfico, temos como resultado um turnover elevado (principalmente o voluntário) e uma dificuldade enorme de reposição do quadro. Com nenhum treinamento específico, não é incomum vermos auxiliares com duas ou três semanas na função e sem nenhuma experiência prévia ocuparem o posto de impressor flexográfico, em máquinas gearless sofisticadas, cobrados a produzir impressos com alto nível de exigência técnica e dos clientes – em muitos dos casos, multinacionais líderes no setor de bens de consumo de giro rápido com critérios de qualidade referendados globalmente.</p>



<p>O preço a se pagar é a desistência no meio do caminho (turnover) ou a erosão da qualidade, expressa no aumento gradual das aparas e das devoluções e, com sorte, numa redução importante do OEE das linhas.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C4D12AQENYwiqI5yQOg/article-inline_image-shrink_1500_2232/0/1644410225138?e=1649894400&amp;v=beta&amp;t=vsHXCm75hpES_Jds2Ry0NnWbgThL5sI0yXiTxo5jZ6s" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem"/></figure>



<p>Tudo está interconectado. Salários baixos e a pouca importância do elemento humano nas indústrias gráficas e convertedoras é um reflexo da visão do empresário médio, super tecnicista: acredita-se piamente que a alta tecnologia embarcada nas máquinas e nos sistemas é suficiente para se obter o sucesso. Muito pelo contrário. Quanto mais avança a tecnologia, mais vital se torna a formação e manutenção de uma equipe dinâmica, criativa, técnica e engajada, para não ficar à mercê dos <em>bugs</em>, conflitos, quedas do sistema e visão engessada dos números e dos algoritmos, por mais orgânicos e inteligentes que sejam.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">Parte deste pragmatismo financeiro pode ser explicado pela situação que o setor gráfico e de embalagens sofre já há algum tempo: a progressiva comoditização de seus produtos e serviços. Em sendo um negócio de alto risco e margens estreitas, falar de temas como inovação, retenção de talentos, capacitação e tecnologia é adentrar um terreno espinhoso.</p>



<p>Uma guinada à produtividade começa, por mais incrível que pareça, na valorização do seu produto ou serviço da empresa para os seus colaboradores e clientes.<strong> Todos precisam estar convictos da essencialidade da sua atividade: cada minuto conta</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image"><a href="https://www.projetopack.com"><img decoding="async" src="https://media-exp1.licdn.com/dms/image/C4D12AQHHjIaFG5YWyA/article-inline_image-shrink_1500_2232/0/1644410320380?e=1649894400&amp;v=beta&amp;t=onUdgz6c-T4mGZ1i1jOTE3sGYRP4Tg1E7Uh_5tlZ2hc" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem"/></a></figure>



<p>A pandemia, neste sentido, ajudou bastante. A sociedade sentiu na pele a falta de itens nos supermercados. Muitos deles não tinham a possibilidade de serem escoados por falta de matérias-primas para a fabricação das suas embalagens (vide a falta de garrafas de vidro, por exemplo). <strong>Mas sem uma campanha ostensiva e coordenada a nível mundial sobre a importância do impresso, do rótulo e da embalagem, a população se esquecerá rapidamente, assim como os clientes. Voltaremos ao costumeiro leilão de preços</strong>.</p>



<p>Ao invés destas ações integradas, os embates sempre giram ao redor da sustentabilidade. Todo mundo buscando um vilão material para culpabilizar pelos problemas ambientais, em detrimento à revisão de temas mais sensíveis como educação ambiental, coleta seletiva, economia circular e estímulos ao empreendedorismo verde.</p>



<p class="has-cyan-bluish-gray-background-color has-background">Este hábito de procurar culpados é outra coisa que precisa ser eliminada do chão-de-fábrica se quisermos, de fato, aumentar a produtividade. A busca por culpados antagoniza com a busca pela causa raíz dos problemas e toda a cultura Kaizen (melhoria contínua, cooperação e grupos de trabalho pró-qualidade) e os pilares da Produção Enxuta. Aquela devolução que gera a devolução e a demissão de fulano, ao invés de uma ação de melhoria com treinamento, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ciclo_PDCA" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PDCA</a> e a busca pela eliminação completa da possibilidade de sua recorrência futura silenciará os demais colaboradores por um bom período de tempo.</p>



<p>Cicrano vai esconder o defeito, não vai marcá-lo com bandeirolas coloridas, não registrará na ficha de apontamentos e, se o cliente não devolver ou reclamar, o ímpeto de produzir com qualidade se esvairá.</p>



<p>Embora pareça um tanto básico, não podemos nos eximir de pontuar a importância da definição de metas de produtividade e controle do processo. Metas arrojadas, mas factíveis, claras e apresentadas periodicamente num sistema de gestão à vista com a máxima governança possível.</p>



<p>Se um programa de produção advindo do PCP não registra quando um acerto deve iniciar e finalizar, cada operador o conduzirá da maneira que julga correta ou conveniente. Isso vale para o controle do processo. Quantas ordens de produção de trabalhos novos deram certo da primeira vez? E quantas deveriam ter dado, de acordo com a meta?</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-qual-o-percentual-de-varia-o-aceit-vel-nos-atributos-das-tintas-formuladas-e-enviadas-m-quina-impressora-ou-das-f-rmas-de-impress-o">Qual o percentual de variação aceitável nos atributos das tintas formuladas e enviadas à máquina impressora? Ou das fôrmas de impressão?</h3>



<p>A velha máxima de “quem não mede, não controla” deveria ser uma frase com letras garrafais impressa num banner no meio da fábrica, principalmente no setor de impressão.</p>



<p>O último empecilho para o aumento da produtividade é o custo de dizer não sei. Todos os dias, colaboradores sentem medo de se expor e dizer ao seu supervisor ou supervisora imediato “eu não sei”. Isto é reflexo do ambiente que busca culpados ao invés de encontrar soluções definitivas para os problemas. Certamente que o ambiente cada vez mais hostil dos mercados e a sociedade em geral cada vez mais “à beira de nervos” tem sua parcela de culpa.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Mas tendo em vista que todo mundo sabe tudo o que está fazendo, “presume-se que a coisa está indo dentro do esperado”. Até o dia em que a realidade bate a porta, na forma de resultado industrial e financeiro da operação.</p></blockquote></figure>



<p>Por este motivo, uma liderança presente e comunicativa é indispensável. Ouvir empaticamente, conversar e acompanhar colaboradores individualmente e em equipes a todo instante é a pedra basilar na construção deste sólido edifício chamado “Produtividade”.</p>



<p>Leia ainda no blog:</p>



<p><a href="https://projetopack.com.br/a-cultura%e2%80%8b-brasileira-nos-dias-atuais-explica-porque-estamos-indo-pro-buraco-o-se-explica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A &#8220;cultura brasileira&#8221; explica porque estamos indo de mal a pior?</a></p>
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