Resumo: As fusões e aquisições no setor de embalagens seguem ativas no Brasil. Entre 2022 e 2026, grupos como All4Labels, Goglio, Toppan, Oben e Aptar compraram fabricantes brasileiros de rótulos, filmes, embalagens flexíveis e cartuchos. Além disso, em 2026 a Cacau Show comprou 90% da convertedora Celocorte, e a ZegBox comprou a gráfica Grafitusa. Em geral, os compradores buscam capacidade instalada, clientes e presença regional.
Este guia reúne as principais fusões e aquisições de embalagens anunciadas no Brasil desde 2022. Para cada operação, você encontra data, comprador, empresa adquirida e fonte. Além disso, o texto explica quando o negócio precisa passar pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Por fim, mostra o que esse movimento muda para gráficas e convertedoras. Por isso, a ProjetoPack segue atualizando esta página.

O que são fusões e aquisições no setor de embalagens?
Fusões e aquisições (M&A, sigla do inglês mergers and acquisitions) são operações de compra ou união de empresas. Ou seja, uma empresa compra o controle ou parte de outra, ou então se une a ela.
No setor de embalagens, os alvos mais comuns são as convertedoras. Isto é, empresas que transformam filmes, papel e outros materiais em embalagens prontas. Da mesma forma, entram na lista gráficas de rótulos e fabricantes de matérias-primas, como filmes plásticos. Já o comprador pode ser um concorrente, um fornecedor, um cliente ou um fundo de investimento.
Enquanto isso, o mercado brasileiro como um todo manteve o ritmo. De acordo com a Pesquisa de Fusões e Aquisições da KPMG, o país registrou 1.581 transações em 2025. Ou seja, quase o mesmo número de 2024 (1.582). Além disso, fundos de private equity e venture capital responderam por metade das operações. São fundos que compram participações em empresas de capital fechado e em empresas novas. Em 2024, porém, essa fatia era de 43 por cento.
Quem comprou quem: fusões e aquisições de embalagens no Brasil (2022–2026)
As tabelas listam 17 fusões e aquisições de embalagens com comunicado oficial ou registro público. No entanto, os valores aparecem apenas quando as empresas os divulgaram. Além disso, cada empresa adquirida tem link para a notícia que a ProjetoPack publicou na época, quando ela existe.
Fusões e aquisições em filmes e embalagens flexíveis
Primeiramente, filmes e embalagens flexíveis reúnem as maiores operações. Afinal, só aqui há preços divulgados: Terphane e Sonoco.
| Data | Comprador | Empresa adquirida | Segmento | Participação e destaque |
|---|---|---|---|---|
| Jul/2026 | Goglio, por meio da Mega Goglio | Cristal Embalagens (Morro da Fumaça, Santa Catarina) | Embalagens flexíveis | 100 por cento do capital. Além disso, a Cristal teve receita líquida de R$ 345 milhões em 2025 e tem 570 empregados |
| Fev/2026 | Cacau Show | Celocorte Embalagens (São Paulo) | Embalagens flexíveis e conversão de papel | 90 por cento do capital, por valor não divulgado. Ainda assim, a Cacau Show comunicou a operação ao CADE |
| Ago/2025 | Oben Group | Vitopel do Brasil (Mauá e Votorantim, São Paulo) | Filmes de BOPP (polipropileno biorientado) | 100 por cento do capital. O CADE aprovou a compra sem restrições em 12/06/2025 |
| Mai/2025 (aprovação) | Videolar-Innova | Polo Films (Montenegro, Rio Grande do Sul) | Filmes de BOPP | Aquisição integral, assinada em out/2024. Em seguida, o CADE aprovou sem restrições |
| Abr/2025 | Toppan Holdings (Japão) | Negócio de embalagens termoformadas e flexíveis da Sonoco, com Graffo (Pinhais, Paraná) e Inapel (Guarulhos e Jundiaí, São Paulo) | Embalagens flexíveis em rotogravura | Negócio inteiro, por cerca de US$ 1,8 bilhão no mundo, sem caixa e sem dívida. Assim, as três fábricas brasileiras viraram Toppan |
| Nov/2024 | Oben Group | Terphane, vendida pela Tredegar | Filmes de poliéster | Negócio inteiro. Preço-base de US$ 116 milhões, sem caixa e sem dívida |
| Out/2023 (acordo) e dez/2023 (anúncio) | Sonoco, por meio da Graffo | Inapel Embalagens (Guarulhos e Jundiaí, São Paulo) | Embalagens flexíveis em rotogravura | Termos não divulgados. Cerca de 500 empregados; além disso, os antigos donos seguiram na liderança |
| Jul/2023 | Goglio | Mega Embalagens (Salvador do Sul, Rio Grande do Sul) | Embalagens flexíveis, com foco em pet food | 51 por cento do capital. Ou seja, as famílias Wallauer e Gräf mantiveram 49 por cento |
Fusões e aquisições em rótulos e etiquetas
Em seguida, vêm os rótulos e as etiquetas, segmento que a All4Labels consolidou em menos de dois anos. Por isso, o grupo aparece em seis das sete linhas.
| Data | Comprador | Empresa adquirida | Segmento | Participação e destaque |
|---|---|---|---|---|
| Dez/2023 | All4Labels | Uniflexo (Unitec Tecnologia de Embalagens, Jandira, São Paulo) | Rótulos autoadesivos, sleeves e bulas | Termos não divulgados. Além disso, o acionista seguiu na gestão da empresa, que tem 135 empregados |
| Nov/2023 | All4Labels | Maxcor (Minas Gerais) | Rótulos para químicos e lubrificantes | Termos não divulgados. Assim, o grupo ampliou a capacidade em Minas Gerais e no Espírito Santo |
| Jun/2023 | All4Labels | Visionflex (São Paulo) | Rótulos autoadesivos para alimentos e aviação | 100 por cento do capital. Inclusive, a venda teve assessoria da ProjetoPack |
| Jun/2023 | All4Labels | Allbox, Faberprint e Involv Labels (Anápolis, Goiás) | Rótulos, cartuchos e bulas para a área da saúde | 100 por cento do capital. Assim, o grupo somou mais de 650 empregados em Anápolis |
| Fev/2023 | All4Labels | LabelPress (Manaus, Amazonas) | Rótulos para bens duráveis | 100 por cento do capital. Assim, o grupo chegou à Zona Franca de Manaus |
| Nov/2022 | Multi-Color Corporation (MCC) | Flexcoat Autoadesivos (Louveira, São Paulo) | Rótulos e laminação | Compra concluída em 01/11/2022. Além disso, toda a equipe passou para a MCC |
| Fev/2022 | All4Labels | Flexoprint (Marialva, Paraná) | Rótulos e sleeves | 100 por cento do capital. Além disso, as famílias Stange Warmeling e Schlickmann viraram sócias do grupo |
Gráficas, cartuchos e componentes
Por fim, as compras chegaram também a gráficas e a componentes plásticos. Ou seja, a consolidação não se limita às convertedoras de flexíveis.
| Data | Comprador | Empresa adquirida | Segmento | Participação e destaque |
|---|---|---|---|---|
| Ago/2026 | ZegBox | Grafitusa (Serra, Espírito Santo) | Gráfica de revistas e livros, com impressão em papel cartão | Compra, por valor não divulgado. Além disso, a família Samorini deixou o negócio |
| Dez/2025 | AptarGroup | Sommaplast (São Paulo) | Componentes plásticos para dosagem oral de medicamentos | 100 por cento das quotas. Além disso, a empresa tem mais de 400 empregados |
Padrões das fusões e aquisições de embalagens no Brasil
- Grupos internacionais lideram. Afinal, compradores estrangeiros aparecem em 14 das 17 operações. Só ZegBox, Cacau Show e Videolar-Innova são brasileiras.
- A All4Labels fez a maior onda. Assim, o grupo comprou oito empresas brasileiras de rótulos em seis operações. Ou seja, foram 22 meses, de fevereiro de 2022 a dezembro de 2023.
- A Inapel trocou de dono duas vezes em 16 meses. Primeiro, a Sonoco a comprou em dezembro de 2023. Depois, em abril de 2025, a Toppan levou todo o negócio de flexíveis da Sonoco, inclusive as fábricas brasileiras.
- Filmes de BOPP concentraram duas compras. Primeiramente, a Videolar-Innova comprou a Polo Films. Logo depois, a Oben comprou a Vitopel.
- O vendedor muitas vezes fica. Na Mega Embalagens, por exemplo, as famílias mantiveram 49 por cento. Da mesma forma, os sócios da Celocorte ficaram com 10 por cento. Já na Uniflexo e na Inapel, os antigos donos seguiram na gestão.
- Donos de marca também compram. Assim, a Cacau Show comprou uma convertedora para garantir o fornecimento de embalagens.
Aliás, a ProjetoPack cobriu essas operações quando elas aconteceram, como mostram os links da tabela. Em um dos casos, inclusive, participou do negócio. No comunicado da Visionflex, o sócio Sérgio Botteselli agradeceu à ProjetoPack. Ele citou a consultoria industrial e o processo de venda da empresa.
Fora do Brasil, porém, a maior operação recente foi a união entre Amcor e Berry Global. Conforme a Amcor, a combinação foi concluída em 30 de abril de 2025, por troca de ações. Além disso, a empresa projeta cerca de US$ 650 milhões em sinergias antes de impostos até o ano fiscal de 2028.
Por que as fusões e aquisições de embalagens acontecem?
Capacidade pronta chega mais rápido
Comprar uma fábrica em operação encurta anos de construção, licenças e conquista de clientes. A Goglio, por exemplo, diz ter presença comercial no Brasil há cerca de 15 anos. No entanto, só passou a produzir aqui em 2023, com a Mega Embalagens. Depois que comprou a Cristal, em 2026, o grupo somou uma planta com 20,7 mil metros quadrados construídos. Segundo a Goglio, o Brasil pesa na estratégia porque é o maior produtor mundial de café verde.
Escala em matérias-primas
As duas compras em filmes de BOPP mostram consolidação horizontal, ou seja, entre concorrentes diretos. Na análise da Polo Films, por exemplo, o CADE apontou sobreposição nesse mercado. Ainda assim, aprovou a operação sem restrições, porque viu rivalidade relevante e espaço para importações.
Segurança de fornecimento para o dono da marca
Segundo a VEJA, a Cacau Show disse ao CADE que a compra garante a continuidade de um insumo estratégico e reduz o risco de falta de embalagens. Ao mesmo tempo, a Celocorte enfrentava dificuldades financeiras. Por isso, afirmou que o negócio permite recompor o capital de giro e voltar a investir.
Gráficas comerciais migram para embalagens
Enquanto revistas e livros perdem volume, as embalagens de papel cartão ganham espaço. Por isso, a compra da Grafitusa pela ZegBox chama atenção. Segundo A Gazeta, a gráfica centenária tem força em revistas e livros. No entanto, também tem máquinas para imprimir em papel cartão. Assim, a ZegBox, que fabrica embalagens de papelão, quer somar as duas operações em uma só fábrica.
Continuidade para empresas familiares
Muitas convertedoras brasileiras nasceram como empresas de família. Por isso, uma venda parcial resolve duas questões de uma vez. Ou seja, traz capital e mantém os fundadores por perto durante a transição. Portanto, o planejamento da sucessão costuma andar junto com a decisão de vender.
Quando a operação de M&A precisa passar pelo CADE?
A Lei 12.529/2011 obriga as partes a notificar o CADE quando dois critérios de faturamento acontecem juntos. Atualmente, os valores vêm da Portaria Interministerial 994/2012. Assim, a tabela resume as regras que mais pesam em fusões e aquisições de embalagens.
| Regra | O que diz | Base legal |
|---|---|---|
| Limite do grupo maior | Um dos grupos faturou pelo menos R$ 750 milhões no Brasil no ano anterior à operação | Lei 12.529/2011, art. 88, I, e Portaria 994/2012 |
| Limite do outro grupo | Outro grupo faturou pelo menos R$ 75 milhões no Brasil no mesmo período | Lei 12.529/2011, art. 88, II, e Portaria 994/2012 |
| Aprovação antes de fechar | A operação não pode ser consumada antes da decisão. A multa vai de R$ 60 mil a R$ 60 milhões | Art. 88, § 3º |
| Prazo máximo | Até 240 dias a partir do protocolo. A prorrogação chega a 60 dias, a pedido das partes, ou a 90 dias, por decisão do Tribunal | Art. 88, §§ 2º e 9º |
| Operações abaixo do limite | O CADE pode pedir a análise em até um ano depois da consumação | Art. 88, § 7º |
| Associações e joint ventures | Contratos associativos, consórcios e joint ventures também contam como concentração | Art. 90, IV |
Na prática, o cálculo considera o faturamento dos grupos econômicos envolvidos, e não só o da empresa vendida. Por isso, vale checar os números com um advogado da área concorrencial antes de assinar. Afinal, operações recentes do setor passaram por esse filtro. Por exemplo, a Oben informou que a Superintendência-Geral do CADE aprovou a compra da Vitopel em 12 de junho de 2025. Depois, o fechamento saiu em agosto.
O que as fusões e aquisições de embalagens mudam para gráficas e convertedoras?
Para quem pensa em vender
O comprador paga por resultado comprovado. Por isso, vale começar a preparação dois ou três anos antes. Em primeiro lugar, organize demonstrativos financeiros confiáveis e separe despesas pessoais das da empresa. Em seguida, reduza a dependência de poucos clientes e formalize contratos. Por fim, regularize licenças ambientais e passivos trabalhistas e tributários.
Em seguida, entenda quanto a empresa vale. Geralmente, os métodos mais usados são o fluxo de caixa descontado e os múltiplos de EBITDA. A sigla significa lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. Nesse sentido, a ProjetoPack faz a avaliação econômica de gráficas e convertedoras e também ajuda a preparar a empresa para uma venda futura.
Para quem pensa em comprar
A diligência prévia (due diligence) evita surpresas, porque cobre as áreas financeira, fiscal, trabalhista e ambiental. Em embalagens, inclusive, ela precisa olhar o estado das máquinas, a qualidade e a carteira de clientes. Além disso, confira cedo se a operação atinge os limites do CADE, porque isso muda o cronograma. Saiba mais sobre a due diligence preliminar para gráficas e convertedoras.
Para quem é cliente, fornecedor ou concorrente
A consolidação muda o poder de negociação. Afinal, quando dois fornecedores viram um só, o cliente perde uma alternativa. Da mesma forma, quando um dono de marca compra uma convertedora, os outros clientes dessa convertedora tendem a rever o risco de depender dela. Por isso, mapeie seus fornecedores críticos e tenha sempre uma segunda opção qualificada.
Perguntas frequentes sobre fusões e aquisições em embalagens
Toda fusão ou aquisição de embalagens precisa passar pelo CADE?
Não. A notificação só é obrigatória quando um grupo envolvido faturou pelo menos R$ 750 milhões no Brasil no ano anterior. Além disso, outro grupo precisa ter faturado pelo menos R$ 75 milhões. No entanto, mesmo abaixo desses valores, o CADE pode pedir a análise em até um ano depois do fechamento.
Quais foram as principais fusões e aquisições de embalagens no Brasil?
Entre 2022 e 2023, a All4Labels comprou oito empresas de rótulos, como Flexoprint, Visionflex e Uniflexo. Já a Goglio comprou a Mega Embalagens, em 2023, e a Cristal Embalagens, em 2026. Enquanto isso, a Oben comprou a Vitopel e a Terphane, e a Videolar-Innova comprou a Polo Films. Além disso, a Toppan assumiu a Graffo e a Inapel ao comprar o negócio de flexíveis da Sonoco. Por fim, em 2026, a Cacau Show ficou com 90% da Celocorte, e a ZegBox comprou a Grafitusa.
Por que grupos estrangeiros compram convertedoras brasileiras?
Principalmente porque comprar uma fábrica em operação leva menos tempo do que construir uma. Assim, o comprador ganha capacidade, equipe treinada, clientes e presença regional de uma só vez. No caso da Goglio, inclusive, o grupo citou o peso do Brasil na cadeia mundial do café.
Quanto tempo o CADE leva para analisar uma operação?
A lei fixa um prazo máximo de 240 dias a partir do protocolo, com prorrogações limitadas. Por exemplo, a compra da Polo Films, assinada em outubro de 2024, teve a aprovação divulgada pela Innova em maio de 2025.
Como preparar uma gráfica ou convertedora para venda?
Comece dois ou três anos antes. Em primeiro lugar, organize demonstrativos financeiros, reduza a concentração de clientes, formalize contratos e regularize passivos. Em seguida, faça uma avaliação independente do valor. Assim, você negocia com números, e não apenas com expectativa.
Como a ProjetoPack acompanha as fusões e aquisições de embalagens
A ProjetoPack publica notícias de fusões e aquisições do setor desde 2015 e segue atualizando este levantamento. Além disso, nossa equipe de fusões e aquisições atende gráficas e convertedoras em avaliação, diligência e intermediação, como fez na venda da Visionflex. Portanto, se você está pensando em vender, comprar ou se associar a outra empresa, fale com a gente. Afinal, uma conversa inicial ajuda a entender valor, prazos e riscos antes de qualquer decisão.
Fontes consultadas
- KPMG Brasil. Pesquisa de Fusões e Aquisições 2025 – 4º trimestre.
- Planalto. Lei nº 12.529, de 30 de novembro de 2011.
- CADE. Portaria Interministerial nº 994, de 30 de maio de 2012.
- Comunicaffè. Goglio acquisisce Cristal Embalagens (comunicado da Goglio, 21/07/2026).
- Goglio. Goglio cresce e si espande in America Latina (13/07/2023).
- Innova. Innova anuncia aquisição da Polo Films e CADE aprova compra da Polo Films.
- Oben Group. CADE aprova aquisição da Vitopel, Aquisição da Vitopel do Brasil e aquisição da Terphane.
- Tredegar, via SEC (a comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos). Tredegar Completes Sale of Terphane to Oben Group (01/11/2024).
- Aptar. Aptar Acquires Sommaplast (01/12/2025).
- LexLegal. Machado Meyer e Veirano atuam na compra da Sommaplast pela Aptar.
- VEJA. Cacau Show compra empresa de embalagens Celocorte (25/02/2026).
- All4Labels. Comunicados sobre Flexoprint, LabelPress, Visionflex, Faberprint, Allbox e Involv, Maxcor e Uniflexo.
- Sonoco. A Sonoco adquire a Inapel Embalagens Ltda. (01/12/2023) e acordo de venda do negócio de flexíveis e termoformados para a Toppan (18/12/2024).
- Toppan. conclusão da compra do negócio de flexíveis e termoformados da Sonoco (01/04/2025) e lista de fábricas, com Pinhais, Guarulhos e Jundiaí.
- Multi-Color Corporation. Multi-Color Corporation Completes Purchase of Flexcoat Autoadesivos (01/11/2022).
- A Gazeta. Indústria gráfica: ZegBox compra a centenária Grafitusa (03/08/2026).
- Receita Federal. Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) 07.820.488/0001-42 (Unitec Tecnologia de Embalagens, Jandira), com a All4Labels Gráfica do Brasil como sócia desde 23/04/2024. Consulta em 07/10/2026.
- Amcor. Amcor completes combination with Berry Global (30/04/2025).
Atualizado em 12/10/2026. Próxima atualização prevista para novembro de 2026.